As ocupações secundaristas em São Paulo, dez anos depois
Qual é o legado da ‘primavera secundarista’?
Entre 2015 e 2016, estudantes do ensino médio em São Paulo ocuparam escolas e foram às ruas contra a reorganização da rede estadual proposta pelo governo Geraldo Alckmin. O movimento ganhou escala, enfrentou repressão policial e escancarou o cotidiano precário de muitas unidades — além da distância entre decisões tomadas em gabinetes e a vida real nas salas de aula.
Uma década depois, CartaCapital reencontrou jovens que participaram das ocupações e ouviu especialistas para fazer um balanço do movimento: o que mudou, de fato, na política educacional? O que ficou pelo caminho? E o que essa experiência ensinou a uma geração que hoje se mobiliza sob outras pressões, plataformas e urgências?
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