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WhatsApp no Brasil: quantos usuários usam o app e como a reserva de username aumenta sua segurança
Aplicativo de mensagens favorito dos brasileiros, o WhatsApp já soma cerca de 147 milhões de usuários ativos no país e entra em uma nova fase com reserva de nomes de usuário, novos recursos de segurança e ferramentas para organizar melhor conversas, grupos e contatos
WhatsApp é hoje o mensageiro dominante no Brasil, instalado em praticamente todos os smartphones e presente na rotina de famílias, empresas, serviços públicos e criadores de conteúdo. Com penetração próxima de 100% entre quem tem acesso à internet móvel, ele se consolidou como o principal canal de comunicação rápida, substituindo o SMS, boa parte das ligações e, em muitos casos, até o e-mail. Da conversa com a família ao atendimento de banco, da marcação de consulta à negociação de trabalho, quase tudo passa, em algum momento, por uma tela de WhatsApp.
Esse protagonismo se explica por uma combinação de fatores: o app é gratuito, simples de usar, funciona bem em celulares básicos e consome poucos dados, o que o torna acessível em diferentes faixas de renda. Além disso, a lógica de grupos se encaixa perfeitamente na cultura brasileira, que valoriza conversas coletivas, comunidades e redes de apoio. Empresas e órgãos públicos perceberam esse comportamento e passaram a usar o aplicativo como canal oficial de atendimento, disparo de lembretes, comunicação com clientes e prestação de serviços, reforçando ainda mais o ciclo de uso.
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A reserva de username aumenta sua privacidade
Nos últimos dias o WhatsApp fez uma atualização importante: liberar a reserva de nomes de usuário, no formato @seunome. A ideia é permitir que pessoas e marcas tenham um identificador único dentro do app, semelhante ao que já acontece em redes sociais, e que esse @ possa ser compartilhado em vez do número de telefone. Isso muda a forma de iniciar conversas. Também preserva o número do celular. O usuário divulga o username e permite que contato seja feito sem revelar de cara seus dados mais sensíveis.
O processo de reserva é feito pelo próprio aplicativo, em Configurações, na área de conta. O usuário escolhe um nome de usuário disponível, respeitando regras de tamanho e caracteres permitidos, e confirma. Uma vez reservado, esse @ passa a ser a “porta de entrada” para conversas futuras, especialmente com desconhecidos, audiência de redes sociais e clientes. Para quem vive de conteúdo, jornalismo, marketing ou negócios digitais, a possibilidade de usar o mesmo arroba em todas as plataformas ajuda a construir uma identidade clara e consistente, além de proteger melhor o número pessoal.
A reserva de username vem acompanhada de outras mudanças importantes. Do lado da privacidade, o app avança ao reduzir a necessidade de compartilhar o telefone, diminuindo exposição a spam, tentativas de golpe e clonagem de conta. Na segurança, o mensageiro reforça mecanismos como verificação em duas etapas, alertas de atividade suspeita e modos de proteção mais rígidos para perfis de risco, incluindo jornalistas e figuras públicas que lidam com temas sensíveis e podem ser alvo de ataques coordenados.
Na produtividade, o WhatsApp passa a oferecer mais ferramentas para organizar melhor grupos e conversas. Etiquetas permitem indicar o papel de cada participante em grupos grandes – cliente, moderador, suporte, equipe –, facilitando entender rapidamente quem é quem. Recursos de lembretes e melhorias em figurinhas de texto ajudam a marcar eventos, lives, reuniões e campanhas sem sair do próprio app, enquanto ajustes em listas de transmissão e contas de negócios tornam disparos mais controlados e eficientes.
Para aproveitar melhor essas novidades, vale adotar algumas práticas. A verificação em duas etapas deve ser ativada por todos, com um PIN extra que impede que alguém registre sua conta em outro aparelho apenas com o código SMS. Na hora de divulgar contato em redes sociais, sites, anúncios ou materiais impressos, priorizar o @username em vez do número reduz a exposição direta do telefone e dificulta que ele circule em listas de spam. Desconfiar de mensagens que pedem códigos ou dados sensíveis continua fundamental: golpes de “confirmação de número” e “suporte falso” ainda são comuns, e a orientação é nunca compartilhar códigos recebidos por SMS.
No uso profissional, separar grupos por público e usar etiquetas ajuda a organizar clientes, equipe e comunidade, evitando ruído e vazamentos acidentais. Ajustar notificações, silenciar grupos de baixa prioridade e limpar conversas antigas contribui para uma experiência mais leve e produtiva, especialmente para quem depende do aplicativo no trabalho.
Este conteúdo foi criado com auxílio de inteligência artificial e supervisionado por um jornalista do ToqueTec0
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