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Poltrona inteligente: como escolher e quais tecnologias já valem o espaço na sala
ToqueTec preparou um guia para comprar poltronas com foco em bem-estar. A primeira decisão não é tecnológica: é de uso. Se a poltrona é parte da composição do ambiente, você vai priorizar proporção, tecido e presença visual. Se a busca é com conforto, entram profundidade […]
ToqueTec preparou um guia para comprar poltronas com foco em bem-estar. A primeira decisão não é tecnológica: é de uso. Se a poltrona é parte da composição do ambiente, você vai priorizar proporção, tecido e presença visual. Se a busca é com conforto, entram profundidade do assento, apoio lombar, inclinação estável e materiais que não aumentem a sensação de calor.
Comece pelo espaço e pelo “modo de uso”
Poltrona confortável é a que cabe no ambiente sem virar obstáculo. Meça largura do vão, área de circulação e, se for reclinável, o quanto ela avança quando aberta. Modelos que reclinam sem que exijam muita distância da parede reduzem risco de compra errada em salas compactas. No universo das poltronas elétricas, recursos como posições pré-programadas e retorno rápido à posição inicial aparecem em linhas power recliner de marcas tradicionais.
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O que é, de verdade, uma poltrona confortável
Conforto não é só maciez. É encaixe: apoio para a lombar, encosto que sustenta cabeça e pescoço quando você relaxa e assento com profundidade que não comprime a parte de trás do joelho. Em modelos reclináveis, o ideal é que a poltrona permita alternar entre postura mais “ativa” (ler, conversar) e postura de descanso (ver TV, cochilar) sem forçar a coluna.
Tecnologias “silenciosas” que mudam o conforto sem parecer gadget
Há poltronas premium que fazem ajustes automáticos conforme seu corpo muda de posição, com mecanismos desenhados para sustentar cabeça e lombar ao sentar e ao reclinar. A norueguesa Stressless (Ekornes) é um exemplo clássico nessa categoria: a marca descreve sistemas como Plus e Glide, voltados a manter suporte de cabeça e região lombar em diferentes ângulos, com ajuste automático ao uso. A Stressless comercializa seus produtos no Brasil.
Outra tecnologia prática é o conjunto “energia e controle”: poltronas elétricas com comandos embutidos, porta USB para carga e funções de memória para posições favoritas. Em manuais de linhas power da La-Z-Boy aparecem referências a programas de memória e USB, além de orientações de bateria de emergência em alguns sistemas.

A poltrona Super Novo 2.0 da Human Touch
Massagem: onde começa o diferencial e onde vira só vibração
Se a poltrona for de massagem, o salto de qualidade costuma estar em três itens: varredura do corpo (ajuste do “mapa” para sua altura), trilhos mais longos (para alcançar do pescoço até a região inferior) e controle de intensidade que não machuca. A Human Touch, por exemplo, descreve na Super Novo 2.0 uma massagem 3D ao longo da coluna até as coxas, além de programas como “meditação” e “yoga” para relaxamento e alongamento guiado.
O aquecimento localizado também é comum em poltronas de massagem, com foco em aliviar tensão — e aparece como “heat therapy” em modelos da categoria.
Além da massagem: resfriar, esquentar e “acoplar” recursos
Aquecimento é o extra mais difundido. Resfriamento ainda é pouco comum em poltronas residenciais tradicionais, mas já existe como tendência em poltronas com tecnologias mais avançadas. A Razer apresentou na CES dois conceitos. O Project Arielle como conceito de cadeira com aquecimento e resfriamento sob demanda, usando um sistema integrado de ventilação. E o Projeto Madison que busca fazer da poltrona uma estação de relaxamento ou trabalho com áudio, iluminação e resposta tátil.
A tentação de comprar poltronas com tecnologia deve estar controlada pelas características iniciais: conforto e adequação ao ambiente. A poltrona inteligente que vale o espaço é a que resolve um incômodo real: dor lombar por falta de apoio, dificuldade de levantar-se, calor acumulado no estofado ou necessidade de alternar posições ao longo do dia. As funções devem servir ao corpo e à rotina — e não o contrário.
Este conteúdo foi criado com auxílio de inteligência artificial e supervisionado por um jornalista do ToqueTec
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