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Para dias quentes do verão, que tal uma máquina de gelo?

No verão, gelo vira item de “bem-estar doméstico”: ajuda a manter água, isotônico e sucos realmente gelados (o que incentiva hidratação), melhora cafés gelados e drinks sem depender do freezer — e evita a frustração da bandeja vazia justamente quando a casa enche. A máquina […]

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No verão, gelo vira item de “bem-estar doméstico”: ajuda a manter água, isotônico e sucos realmente gelados (o que incentiva hidratação), melhora cafés gelados e drinks sem depender do freezer — e evita a frustração da bandeja vazia justamente quando a casa enche. A máquina de gelo de bancada entra como solução de rotina: faz gelo rápido para uso imediato e, se você transferir para um cooler/bolsa térmica, vira um jeito prático de manter a cozinha (e a varanda) pronta para dias mais quentes.

Refrigeradores modernos já possuem suas próprias usinas produtoras de gelo. Ela fazem o trabalho das máquinas automaticamente. Mas você sempre tem que ir buscar o que foi produzido “na fonte”. Máquinas portáteis podem ser um conforto extra para o período do verão.

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Para comprar uma máquina de gelo, ajuste suas expectativas: a maioria das máquinas de bancada produz gelo do tipo “bullet” (tubinho oco), feito para sair rápido. Ele resfria muito bem, mas derrete mais depressa do que cubos densos, justamente por ser oco e ter mais área exposta. Isso não é defeito; é característica do método. Por isso, quem usa no dia a dia costuma adotar uma regra simples: fez gelo? transfira para o freezer em um saco ou pote térmico, se a ideia é “estoque” para horas depois.

O segundo ponto que você tem que levar em consideração é a temperatura da água. Algumas fichas técnicas recomendam usar água em uma faixa específica.  A Philco, por exemplo, menciona a temperatura ideal entre 8°C e 25°C antes de iniciar a produção. Água muito gelada ou muito quente pode atrapalhar o ciclo e o rendimento. Já a qualidade da água aparece no sabor: se a água tem gosto de cloro, o gelo “carrega” esse gosto. Água filtrada é a garantia de gelo sem sabor e cheiro.

Na Amazon Brasil, dá para encontrar modelos bem típicos dessa categoria — com números que ajudam a comparar sem cair no “achismo”:

Philco PMG01PI (12 kg/24h): faz até 12 kg em 24 horas, opção de 2 tamanhos de gelo e ciclo rápido, em versões 110V/220V (atenção total à tensão).

Mondial Turbo Ice Premium MG-12-GI: modelo portátil bastante popular, na mesma lógica de “gelo para rotina e visitas”, com boa quantidade de avaliações na Amazon.

EOS Ice Compact (12 kg): essa é a linha com preços mais competitivos. O modelo de entrada é de 12kg. Depois a mesma linha oferece opção de 15kg. 

Como escolher sem erro? 

Pense em quatro perguntas do cotidiano:

  • Quantas pessoas e qual uso? Para “casa + fim de semana”, 12 kg/24h costuma atender. Para encontros frequentes, drinks e uso mais intenso, faz sentido olhar 15 kg/24h ou mais.
  • Você quer gelo para usar na hora ou para estocar? Se for estoque, planeje a transferência para o freezer sem demorar muito. Ou então você vai levar para o freezer bullets de gelo derretendo.
  • Onde ela vai ficar? Essas máquinas precisam de ventilação lateral/traseira; encostar na parede ou “apertar” dentro de um nicho aumenta calor, barulho e queda de desempenho.
  • Limpeza entra na sua rotina? Gelo é alimento. O básico recomendado por guias de manutenção é: descartar o gelo antigo antes da limpeza, seguir o manual e sanitizar periodicamente (muita gente usa ciclos com água e vinagre para limpeza leve, e desincrustar conforme a “dureza” da água).

Máquina de gelo boa é aquela que facilita a vida: gelo pronto para o suco, para a garrafa de água na sala, para o café gelado sem improviso — e sem virar um equipamento “chato de manter”. Se você compra com a expectativa certa, ela vira um upgrade real da cozinha, especialmente no verão e em dias de varanda, piscina e muitos amigos ao redor.

Este conteúdo foi criado com auxílio de inteligência artificial e supervisionado por um jornalista do ToqueTec

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