ToqueTec
Óculos inteligentes despontam como nova porta de acesso ao digital
Os óculos inteligentes começam a ocupar um lugar mais visível no cotidiano, em um movimento que lembra as primeiras ondas de popularização dos relógios conectados. Eles trazem a aparência de um acessório comum, mas somam funções antes restritas ao celular, como áudio, câmera, comandos por […]
Os óculos inteligentes começam a ocupar um lugar mais visível no cotidiano, em um movimento que lembra as primeiras ondas de popularização dos relógios conectados. Eles trazem a aparência de um acessório comum, mas somam funções antes restritas ao celular, como áudio, câmera, comandos por voz e pequenas projeções de informação. Para muita gente, essa combinação abre caminho para navegar pelo digital sem interromper tarefas ou desviar o olhar.
A experiência acaba soando familiar: acompanhar uma receita na cozinha sem sujar as mãos, ouvir instruções rápidas enquanto se monta um móvel ou participar de uma reunião curta sem equilibrar o smartphone na mesa. Em ambientes de trabalho, o uso se expande. Técnicos, mecânicos e profissionais de campo recorrem aos dispositivos para receber orientações visuais, visualizar esquemas na lente ou responder a comandos usando apenas a voz. Em situações sociais, a naturalidade ajuda a registrar fotos e vídeos sem precisar sacar o aparelho do bolso.
Leia também:
A proposta central é justamente essa: permitir acesso contínuo a funções digitais sem interromper a dinâmica do dia. O usuário mantém a visão do ambiente enquanto recebe informações complementares, o que reduz distrações e pode aumentar a segurança em deslocamentos ou atividades complexas. Como o formato se aproxima de um par de óculos comum, o uso tende a passar despercebido.
Modelos disponíveis e como chegam ao Brasil

Ray-Ban Meta Smart Glass Skyler (Gen 2)
O mercado ainda é inicial, mas alguns nomes já se destacam. Os Ray-Ban Meta Smart Glasses combinam um visual conhecido com câmera embutida e comandos avançados. Os XREAL Air apostam na realidade aumentada voltada para vídeos e produtividade. Já o Google Glass Enterprise Edition segue focado em aplicações profissionais.
No Brasil, os Ray-Ban Meta são vendidos oficialmente, com preços entre R$ 2 mil e R$ 3 mil. Os XREAL Air chegam apenas por importação e variam de R$ 1,5 mil a R$ 3 mil. O Google Glass não é oferecido ao consumidor final no país.
Com a evolução dos sensores e a miniaturização dos componentes, a tendência é que os óculos inteligentes ampliem suas funções. Recursos como tradução simultânea, identificação de objetos, projeção de rotas e integração mais profunda com smartphones e computadores estão no horizonte. A expectativa é que se tornem uma espécie de painel pessoal, acessado de forma natural durante atividades do dia a dia.
Este conteúdo foi criado com auxílio de inteligência artificial e supervisionado por um jornalista do ToqueTec
Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome
Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.
CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.
Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.


