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Capacetes inteligentes se destacam nas rotinas de mobilidade e trabalho
Os capacetes inteligentes começaram a aparecer nas ruas quase como uma curiosidade tecnológica, mas rapidamente passaram a fazer parte de rotinas muito diferentes entre si. A ideia surgiu para apoiar motociclistas, porém ganhou novos usos conforme sensores, câmeras e sistemas de comunicação ficaram mais leves […]
Os capacetes inteligentes começaram a aparecer nas ruas quase como uma curiosidade tecnológica, mas rapidamente passaram a fazer parte de rotinas muito diferentes entre si. A ideia surgiu para apoiar motociclistas, porém ganhou novos usos conforme sensores, câmeras e sistemas de comunicação ficaram mais leves e acessíveis. Hoje, o mesmo tipo de equipamento que ajuda no trânsito também acompanha ciclistas, profissionais de obras e até quem pratica esportes ao ar livre.
No cotidiano, eles se tornaram uma ferramenta para registrar trajetos, facilitar a comunicação e ampliar a percepção de risco. Em casa, podem apoiar quem treina ciclismo nas ruas e quer acompanhar métricas de desempenho. No trabalho, especialmente em áreas como construção civil, logística e manutenção, funcionam como uma camada extra de atenção ao redor do usuário.
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Recursos que ampliam a consciência situacional
O principal atrativo desses dispositivos é a capacidade de fornecer informações que ajudam a antecipar problemas. Alertas de risco, registro automático de incidentes e orientação por voz aparecem entre os recursos que têm guiado o aumento da procura. A proposta é simples: unir proteção física e inteligência digital em um item já presente na rotina de quem depende de veículos de duas rodas ou atua em ambientes de risco.
Esse movimento também reflete uma busca por mais previsibilidade no deslocamento urbano. Para quem usa moto todos os dias, por exemplo, a combinação de câmera, sensores e comandos por voz reduz distrações e melhora a experiência de direção.
Modelos que se destacam no mercado
Entre os capacetes inteligentes mais conhecidos estão os modelos da Sena, disponíveis oficialmente no Brasil. Eles chegam a partir de cerca de R$ 1,2 mil e podem alcançar R$ 3 mil, variando conforme os recursos de comunicação e integração.

Capacete Sena Phantom
Outro modelo que costuma aparecer em discussões sobre o tema é o Jarvish X-AR, equipado com visor de realidade aumentada e câmera 360°. Apesar de não ser vendido oficialmente no país, ele circula por importação e costuma ultrapassar R$ 4 mil. A presença desses equipamentos mostra como a tecnologia tem se tornado parte das estratégias de segurança.
Como essa tecnologia deve evoluir
O futuro dos capacetes inteligentes está diretamente ligado à conectividade dos veículos. A tendência é que eles se comuniquem com motos elétricas, bicicletas inteligentes e carros conectados, oferecendo alertas automáticos sobre colisões, pontos cegos e condições perigosas no trajeto.
No ambiente profissional, esses dispositivos podem registrar incidentes, medir temperatura, monitorar quedas e acompanhar vibrações em tempo real. A expectativa é que se tornem parte do kit padrão de quem precisa de segurança avançada no trânsito ou em áreas industriais.
Este conteúdo foi criado com auxílio de inteligência artificial e supervisionado por um jornalista do ToqueTec
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