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BBB 26: um alerta sobre os vestíveis em atividades de esforço extremo

Durante a primeira Prova do Líder do BBB 26, o ator Henri Castelli teve uma crise convulsiva, foi atendido e levado ao hospital. Ele chegou a retornar à casa, mas teve uma segunda crise pouco depois e, por orientação médica, não continuou no programa. O […]

BBB 26: um alerta sobre os vestíveis em atividades de esforço extremo
BBB 26: um alerta sobre os vestíveis em atividades de esforço extremo
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Durante a primeira Prova do Líder do BBB 26, o ator Henri Castelli teve uma crise convulsiva, foi atendido e levado ao hospital. Ele chegou a retornar à casa, mas teve uma segunda crise pouco depois e, por orientação médica, não continuou no programa. O anúncio foi feito ao vivo por Tadeu Schmidt.

A prova exigia esforço físico contínuo e decisão sob pressão

O formato misturava resistência com rodadas: cada participante ficava em um trampolim e, quando a campainha tocava, precisava cair na piscina para pegar um produto, posicionar um cartão no nicho e disputar a rodada dentro do tempo. Quem vencia ganhava descanso e eliminava alguém de acordo com os critérios do programa. dinâmica se estendeu por longo período e Castelli enfrentou problemas depois de 10 horas.

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O que isso tem a ver com corridas longas?

No esporte, na maioria dos casos, os atletas participantes já seguem uma rotina de treinos preparatórios. Ainda assim, antes das provas, atletas experientes observam suas condições gerais. Impõe regras de alimentação, hidratação e sono. E todos possuem algum tipo de vestível para acompanhar desempenho e observam determinados sinais.

Em maratonas, ultramaratonas e provas de ciclismo/endurance, o risco raramente aparece “do nada”. Ele cresce com a soma de calor, sono ruim, estresse, hidratação mal calibrada e desequilíbrios metabólicos. E podem levar à exaustão. Uma cena clássica é da maratonista suíça Gabriela Andersen-Schiess, na primeira maratona feminina que aconteceu na Olimpíada de 1984. Gabriele cruzou a linha de chegada cambaleante, uma imagem que merece elogios pela resiliência da atleta. Mas nem por isso é menos chocante.

Hoje, com a tecnologia dos vestíveis, compreender os sinais, ficar alerta e entender como o corpo está reagindo ao esforço, pode ser o diferencial para prevenir o stress e a crise. Monitorar é a regra

No endurance, smartwatch não é acessório: é indicador de carga e risco

Em esportes de longa duração, vestíveis entram como “painel de instrumentos” do corpo. Eles não fazem diagnóstico, mas ajudam a ajustar treino e a reconhecer quando o organismo está indo para um lugar perigoso.

Divulgação

Relógio Garmin Fenix 8

O que eles monitoram mais frequentemente:

  • Frequência cardíaca e alertas de alta/baixa: o Apple Watch pode avisar quando a frequência fica acima/abaixo de um limite por um período.
  • HRV (variabilidade da frequência cardíaca): usada como sinal indireto de estresse e recuperação; a Garmin explica HRV e calcula “HRV status” durante o sono em relógios compatíveis.
  • Queda/impacto e SOS: Apple Watch tem detecção de queda (com aviso a contatos após a chamada) e a Samsung tem modelos que alertam sobre quedas com envio de SOS e recursos de emergência. Isso é fundamental se você corre em
  • Oxigenação (SpO₂) e tendência de temperatura: anéis como Oura medem SpO₂, frequência cardíaca, HRV e tendências de temperatura, além de movimento/sono.

A utilidade para atleta é prática: se a HRV despenca por dias, o descanso pode ser mais inteligente do que “forçar”.  Se a frequência fica alta demais para um ritmo que deveria ser leve, isso pode indicar, por exemplo, desidratação, infecção ou calor excessivo. Se a tendência de temperatura sobe e o sono piora, a recuperação pode estar indo embora antes do corpo “gritar”.

Anéis inteligentes: sono e recuperação no centro

Anéis e pulseiras focam menos em GPS e mais em recuperação. O Oura Ring constrói sua proposta em medições 24/7 de HR/HRV, SpO₂, temperatura e sono para gerar indicadores de prontidão.
No mesmo espírito, a WHOOP usa HRV, frequência de repouso, respiração e sono para calcular um score diário de recuperação, voltado a orientar carga e descanso.

Divulgação/Samsung

Os anéis inteligentes ganham espaço no mercado

Marcas mais conhecidas e o perfil de cada uma

  • Apple Watch (Series/SE/Ultra): alertas de frequência alta/baixa, notificações cardíacas e detecção de queda/SOS no ecossistema iPhone.
  • Samsung Galaxy Watch: foco forte em segurança (SOS/queda) e recursos de saúde no ecossistema Android (variando por país e modelo). Funciona com sensores (acelerômetro e giroscópio) que identificam quedas bruscas, ativando um alerta que envia sua localização e uma mensagem para contatos de emergência pré-definidos, podendo ligar automaticamente ou exigir confirmação via deslize, dependendo da configuração.
  • Garmin (Forerunner/Fenix/Venu etc.): tradição em endurance, com métricas de recuperação e HRV status durante o sono para guiar carga de treino.
  • Oura Ring: “anel de dados” para sono, HR/HRV, SpO₂ e temperatura em uso contínuo.
  • WHOOP: pulseira centrada em recovery/strain, com narrativa de prontidão baseada em sinais fisiológicos e sono.
  • Polar (H10): quando a prioridade é precisão de batimento, a cinta peitoral por ECG é tratada como referência de “padrão ouro” para monitorar frequência em esforço.

Existem marcas mais simples. A escolha vai depender de seus objetivos. Mas a regra é: use um vestível para acompanhar seu treino e suas atividades físicas. Analise os parâmetros de semanas O aprendizado do esporte é simples: quanto mais longa e imprevisível é a exigência, menos “opcional” é acompanhar o esforço. Vale também lembrar que não existe vida acompanhada 24/7 fora do BBB. Você tem que ser responsável por sua saúde e cuidar do corpo para enfrentar desafios de longa duração.

Este conteúdo foi criado com auxílio de inteligência artificial e supervisionado por um jornalista do ToqueTec

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