Sociedade
Polícias não estavam identificados em protesto
Capitão justificou que o fardamento havia chegado “há poucos momentos” do início da manifestação contra a Copa do Mundo
Policiais Militares estavam sem identificação no terceiro protesto contra a Copa do Mundo realizado em São Paulo, nesta quinta-feira 13. Os policiais sem identificação incluíam o chamado “pelotão ninja” da PM – 200 policiais treinados em artes marciais, que evitam o uso de balas de borracha e bombas de gas lacrimogêneo.
O tenente-coronel Eduardo Almeida, um dos comandantes da operação, admitiu que parte da tropa estava sem a identificação exigida pelo regulamento da corporação. “Nosso fardamento chegou há poucos momentos, entendeu? Então não havia identificação para todos os policias,” disse o policial. “É diferente do que o que nós vamos usar hoje, esse aqui é um fardamento mais apropriado para as situações que nós poderemos encontrar.”
Os nomes dos policiais são afixados nas suas roupas com um velcro, que ajuda a identificá-los. Nos outros dois protestos contra a Copa em São Paulo, policiais também haviam sido vistos sem a identificação.
A manifestação aconteceu no Largo da batata, zona oeste da capital. O protesto teve menos conflitos que os anteriores (Ieia mais aqui).
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.



