Sociedade

Polícia prende mais um suspeito de envolvimento na execução de delator do PCC

Ele foi encontrado em Praia Grande, no litoral paulista, e está sendo encaminhado para o Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa

Polícia prende mais um suspeito de envolvimento na execução de delator do PCC
Polícia prende mais um suspeito de envolvimento na execução de delator do PCC
Antônio Vinicius Lopes Gritzbach, o empresário morto no aeroporto de Guarulhos. Foto: Reprodução
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A Polícia Civil prendeu, nesta segunda-feira 9, Matheus Augusto de Castro Mota por suspeita de envolvimento na morte do delator do PCC Vinicius Gritzbach, executado em 8 de novembro no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.

Matheus é suspeito de facilitar a fuga dos atiradores. Ele foi encontrado em Praia Grande, no litoral paulista, e está sendo encaminhado para o Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).

Ele é o quarto a ser preso por suspeita de participação no crime. Na sexta 6 e no sábado 7, a polícia já tinha prendido os irmãos Marcos Henrique Soares Brito, Matheus Soares Brito e o tio deles, Allan Pereira Soares.

Na audiência de custódia realizada no sábado 7, a Justiça considerou as prisões de Allan e Marcos ilegais. Por isso, os dois tiveram prisão em flagrante relaxada “por ilegalidade, com pedido neste sentido da representante do Ministério Público”, segundo o Tribunal de Justiça. Matheus Soares segue preso.

Gritzbach foi executado na área de desembarque do Aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo, em 8 de novembro. Um motorista de aplicativo foi atingido pelos disparos e também morreu. Outras três pessoas que estavam no local ficaram feridas.

O empresário era ameaçado de morte pelo PCC e pivô de uma guerra interna na organização criminosa. Nas imagens das câmeras de segurança, a vítima aparecia carregando uma mala na área externa, onde havia uma fila de carros, quando dois homens encapuzados desceram de um veículo preto e efetuaram ao menos 29 disparos.

Ele tentou fugir e pular a mureta que divide a via, mas caiu logo em seguida. O delator foi atingido por dez tiros: quatro tiros no braço direito, dois no rosto, um nas costas, um na perna esquerda, um no tórax e um no flanco direito (região localizada entre a cintura e a costela).

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