Educação
Polícia Civil conclui inquérito sobre ataque a creche em Blumenau
A unidade retomou as aulas nesta segunda-feira 17, após uma reforma conduzida por professores, pais e moradores da cidade
A Polícia Civil concluiu o inquérito sobre o ataque a uma creche de Blumenau em 5 de abril, no qual quatro crianças morreram e outras cinco pessoas ficaram feridas.
A informação foi divulgada pelo governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), na manhã desta segunda-feira 17.
O inquérito foi concluído no dia em que as aulas no Centro Educacional Cantinho Bom Pastor foram retomadas, após uma reforma no local.
O assassino está preso e responderá por quatro homicídios triplamente qualificados e quatro tentativas de homicídio triplamente qualificadas.
A Polícia ainda indicou que o agressor agiu sozinho. Outros detalhes devem ser divulgados nesta segunda, em uma coletiva de imprensa.
Desde o ataque, pais, professores e moradores da cidade se juntaram em um mutirão para levantar os muros da instituição e modificar a fachada da unidade. As crianças foram recebidas nesta manhã com balões na porta da creche.
As aulas da rede municipal de Blumenau também foram retomadas. Ao todo, 500 vigilantes armados fazem a escolta de 128 instituições.
Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome
Muita gente esqueceu o que escreveu, disse ou defendeu. Nós não. O compromisso de CartaCapital com os princípios do bom jornalismo permanece o mesmo.
O combate à desigualdade nos importa. A denúncia das injustiças importa. Importa uma democracia digna do nome. Importa o apego à verdade factual e a honestidade.
Estamos aqui, há mais de 30 anos, porque nos importamos. Como nossos fiéis leitores, CartaCapital segue atenta.
Se o bom jornalismo também importa para você, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal de CartaCapital ou contribua com o quanto puder.
Leia também
Autor de atentado a creche em Blumenau agiu sozinho, diz a Polícia Civil
Por CartaCapital
Crueldade de ataque a creche em Blumenau caracteriza violência na sociedade atual, diz sociólogo
Por RFI



