Sociedade
O que se sabe sobre o ataque que matou policial civil durante operação no Rio
Carlos Alberto Freire Neto, de 35 anos, estava em uma viatura fazendo uma incursão pela região, juntamente com outros agentes, quando o carro foi atingido por tiros
A Polícia Civil do Rio de Janeiro busca os suspeitos do ataque a tiros que levou à morte de um agente da própria corporação na quarta-feira 8, na cidade do Rio de Janeiro. Agentes foram à comunidade do Muquiço, onde aconteceu a morte, após o ataque. Até a manhã desta quinta, não há informações sobre presos.
Carlos Alberto Freire Neto, de 35 anos, estava em uma viatura fazendo uma incursão pela região, juntamente com outros agentes, quando o carro foi atingido por tiros na manhã de quarta. O policial foi atingido na cabeça. Ele chegou a ser socorrido ao hospital municipal Albert Scheitzer, em Realengo, mas não resistiu.
Após o episódio, a Polícia Civil voltou à comunidade para tentar localizar os suspeitos, com o apoio de helicópteros e agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais, o Core, divisão de elite da instituição.
Na ocorrência de quarta-feira, uma policial civil também foi baleada na perna. Ela foi socorrida, encaminhada à mesma unidade, e seu estado de saúde é estável. Policiais penais que passavam pelo local chegaram a trocar tiros com os suspeitos.
A comunidade do Muquiço, onde aconteceu o caso, é controlada pela facção Terceiro Comando Puro (TCP). Os policiais teriam sido atacados no momento em que deixavam a região, após uma operação em um local de crime.
A Polícia Civil lamentou a morte do agente, em nota, e classificou o caso como um ‘ataque covarde de criminosos’. Freire Neto integrava a corporação desde 2023. Ele deixa mulher e dois filhos.
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