Sociedade
Família de Juliana Marins desiste de cremação e vai sepultar corpo da jovem
O corpo de Juliana passou por uma nova autópsia no Brasil, na quarta-feira 2, e um laudo preliminar deve sair em sete dias
A família de Juliana Marins desistiu de cremar o corpo da jovem e decidiu enterrá-lo para caso seja necessária uma nova autópsia.
O velório da jovem, que morreu após se acidentar em uma trilha a um vulcão na Indonésia, foi iniciado na manhã desta sexta-feira 4, no Cemitério Parque da Colina, em Pendotiba, Niterói.
A família da jovem chegou a solicitar a cremação do corpo junto à Defensoria Pública e teve a autorização, mas retrocedeu e escolheu pelo sepultamento, conforme confirmou o pai da vítima, Manoel Marins.
O corpo de Juliana passou por uma nova autópsia no Brasil, na quarta-feira 2, e um laudo preliminar deve sair em sete dias. O documento deve conseguir esclarecer detalhes da morte da jovem, como data e horário exatos de sua morte, não indicados com precisão pelas autoridades indonésias.
O laudo de uma primeira autópsia, feita em Bali, apontou que a brasileira morreu por causa de múltiplas fraturas e lesões internas, não sofreu hipotermia e sobreviveu por 20 minutos após um trauma, sem detalhar quando isto teria ocorrido.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.



