Sociedade

Com 800 páginas, Anatel e TIM discutem plano para melhorar telefonia celular

O diretor de Assuntos Regulatórios da TIM, Mario Girasoti, disse que “por enquanto a empresa está trabalhando na mesa técnica”

Com 800 páginas, Anatel e TIM discutem plano para melhorar telefonia celular
Com 800 páginas, Anatel e TIM discutem plano para melhorar telefonia celular
Movimentação em frente da loja da TIM. Foto: Agência Brasil
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Gilberto Costa


Repórter da Agência Brasil

Brasília – A operadora de telefonia celular TIM e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) vão continuar na tarde desta terça-feira 24 a discussão sobre o Plano de Ação para Melhoria do Serviço Móvel da empresa, exigido pela agência reguladora para que a TIM possa voltar a vender chip e modems em 18 estados e no Distrito Federal (DF). De acordo com a agência reguladora e a própria empresa, a disposição é de encontrar uma solução técnica.

Ontem (23), o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) negou o pedido de liminar apresentado pela TIM que pretendia suspender a decisão da Anatel proibindo a venda de chip e modem da companhia em vários estados.

O diretor de Assuntos Regulatórios da TIM, Mario Girasoti, disse que “por enquanto a empresa está trabalhando na mesa técnica”. Ele também salientou “que esse é um assunto técnico de telecomunicações, que não tem nada a ver com diplomacia”.

A TIM apresentou uma proposta, de 800 páginas, onde prevê investimentos de R$ 9 bilhões de reais até 2014. Do total, R$ 3,5 bilhões vão ser aplicados até o final do ano, sendo R$ 450 milhões para melhoria da qualidade do serviço.

Girasoti fez questão de frisar que os problemas das telefônicas não é ter o dinheiro, mas “conseguir gastar todo o dinheiro previsto em orçamento”, referindo-se às dificuldades de instalar antenas em diversos municípios.

Para o superintendente de Serviços Privados da Anatel, Bruno Ramos, a conversa com a TIM foi bastante “aderente”. Segundo ele, a agência reguladora está preocupada com o aumento da demanda pelos serviços telefônicos, por isso, a TIM deve apresentar as projeções para o serviço de call center e equipamentos, assim com a operadora Claro, que também teve as vendas suspensas.

O superintendente não estabeleceu prazo para extinguir a medida cautelar que suspendeu a venda da TIM em 18 estados e no DF. Ele frisou que qualquer venda de chip e modem continua proibida, inclusive em bancas de jornal. A fiscalização da Anatel está sendo feita nas centrais telefônicas, quando a agência verifica se alguma nova linha celular foi habilitada.

Na tarde de hoje, o superintendente também vai se reunir com representantes das operadoras Oi, que também teve as vendas suspensas, e a Vivo.

 

*Matéria originalmente publicada na Agência Brasil

Gilberto Costa


Repórter da Agência Brasil

Brasília – A operadora de telefonia celular TIM e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) vão continuar na tarde desta terça-feira 24 a discussão sobre o Plano de Ação para Melhoria do Serviço Móvel da empresa, exigido pela agência reguladora para que a TIM possa voltar a vender chip e modems em 18 estados e no Distrito Federal (DF). De acordo com a agência reguladora e a própria empresa, a disposição é de encontrar uma solução técnica.

Ontem (23), o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) negou o pedido de liminar apresentado pela TIM que pretendia suspender a decisão da Anatel proibindo a venda de chip e modem da companhia em vários estados.

O diretor de Assuntos Regulatórios da TIM, Mario Girasoti, disse que “por enquanto a empresa está trabalhando na mesa técnica”. Ele também salientou “que esse é um assunto técnico de telecomunicações, que não tem nada a ver com diplomacia”.

A TIM apresentou uma proposta, de 800 páginas, onde prevê investimentos de R$ 9 bilhões de reais até 2014. Do total, R$ 3,5 bilhões vão ser aplicados até o final do ano, sendo R$ 450 milhões para melhoria da qualidade do serviço.

Girasoti fez questão de frisar que os problemas das telefônicas não é ter o dinheiro, mas “conseguir gastar todo o dinheiro previsto em orçamento”, referindo-se às dificuldades de instalar antenas em diversos municípios.

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*Matéria originalmente publicada na Agência Brasil

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