CartaExpressa
Autor de atentado a creche em Blumenau agiu sozinho, diz a Polícia Civil
Investigadores chegaram à conclusão após analisarem o celular do assassino, que segue preso preventivamente
A Polícia Civil de Santa Catarina concluiu que o autor do ataque a uma creche em Blumenau, na semana passada, agiu sozinho.
A afirmação foi feita pelo delegado-geral do estado, Ulisses Gabriel, após uma investigação no celular do assassino. O atentado deixou quatro crianças mortas.
Os investigadores recorreram a um programa israelense que permite recuperar informações do aparelho mesmo que elas tenham sido apagadas.
No primeiro depoimento à polícia, o autor do ataque sugeriu ter sido ameaçado por outra pessoa a cometer o atentado, revelou Gabriel.
“Ele cita uma pessoa e essa pessoa já foi identificada, será ouvida, mas não apresenta nada. Só cita que vinha sendo perseguido, ameaçado por essa pessoa a praticar um massacre em escola.”
Ainda de acordo com o delegado-geral, os policiais pretendem ouvir todas as pessoas na investigação entre esta segunda 10 e a terça-feira 11. O autor do ataque está preso preventivamente e é investigado por quatro homicídios qualificados e quatro tentativas de homicídio qualificadas.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.
Leia também
Professor de Santa Catarina é investigado por fazer apologia ao ataque à creche em Blumenau
Por Ana Luiza Basilio
Ataque a tiros em agência bancária dos EUA deixa cinco mortos
Por CartaCapital
As repercussões religiosas dos ataques às escolas
Por Vinicius do Valle
Operação Escola Segura: Governo pede a suspensão de mais de 430 contas no Twitter
Por CartaCapital


