Saúde
Vacina de Oxford tem eficácia de 82,4% com intervalo de três meses entre as doses
Estudos apontam uma redução de 67% na transmissão e uma eficácia de 76% entre o 22º e o 90º dias após a aplicação da primeira dose
A vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, e pelo laboratório AstraZeneca pode ter um “efeito substancial” para cortar a transmissão da doença e um intervalo de três meses entre as duas doses não deve reduzir a proteção.
É o que indicam testes conduzidos pela universidade e publicados na revista Lancet. Os estudos, que ainda precisam ser revisados por outros cientistas, apontam uma redução de 67% na transmissão do vírus e uma eficácia de 76% entre o 22º e o 90º dias após a aplicação da primeira dose. Depois da segunda dose, a eficácia é de 82,4%, considerando o intervalo de três meses.
Segundo o professor Andrew Pollard, coautor do artigo publicado em The Lancet, os novos resultados “fornecem uma verificação importante dos dados provisórios que foram usados por mais de 25 reguladores para conceder a autorização de uso emergencial da vacina”.
“Também reforçam a recomendação feita pelo Comitê Conjunto de Vacinação e Imunização para um intervalo de 12 semanas (…) e nos garantem que as pessoas estão protegidas a partir de 22 dias após uma única dose da vacina”.
Os novos resultados são melhores que os anteriores, que indicavam uma eficácia de 54,9%, com a segunda dose sendo aplicada após um mês e meio.
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