Saúde

Vacina da Moderna tem 94.5% de eficácia na proteção contra Covid-19, diz empresa

Essa é a 2ª vacina americana com divulgação positiva em relação à eficácia das vacinas na fase final de testes

Vacina contra a Covid-19 (Foto: iStock Foto) Vacina contra a Covid-19 (Foto: iStock Foto)
Vacina contra a Covid-19 (Foto: iStock Foto) Vacina contra a Covid-19 (Foto: iStock Foto)
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Mais uma vacina em fase final de testes demonstrou ter eficácia na produção de anticorpos contra a Covid-19. Segundo divulgado pela farmacêutica Moderna nesta segunda-feira 16, o imunizante do grupo demonstrou 94.5% de efetividade contra a infecção pelo coronavírus.

O resultado significa que o risco de contrair a Covid-19 foi reduzido em 94,5% no grupo vacinado em comparação com o grupo que recebeu placebo no teste clínico.

Os estudos da fase 3 ainda não foram publicados em revistas científicas e as afirmações da Moderna são baseadas na análise dos dados internos dos testes. Essa é a segunda vacina de origem norte-americana a ter resultados positivos divulgados pelas empresas responsáveis – a primeira foi a vacina da Pfizer.

“A última divulgação é baseada em um estudo com 30 mil adultos americanos, incluindo muitos idosos e pessoas de alto risco. Isso nos dá confiança de que os resultados são relevantes nas pessoas que estão mais expostas à Covid-19”, afirmou à Reuters o professor Peter Openshaw, da London Imperial College.

Mesmo com os resultados favoráveis e a corrida internacional para a aprovação de diversas vacinas em potencial,  ainda não é certo quando as primeiras doses serão distribuídas nos EUA e no mundo.

EUA sob segunda onda

Atualmente, os EUA vivem uma forte 2ª onda de Covid-19 em todo o país.

No domingo, foi superada a marca de 11 milhões de casos, depois de serem registrados um milhão de contágios em menos de uma semana, de acordo com um balanço da Universidade Johns Hopkins.

O aumento vertiginoso acontece no momento em que o país enfrenta uma nova onda pandêmica, o que obrigou as autoridades locais e estaduais a adotar medidas mais drásticas, enquanto muitos hospitais alertam que estão ficando sem recursos.

Em Chicago, terceira maior cidade do país, os habitantes receberam o pedido para permanecer em casa a partir desta segunda-feira, enquanto em Nova York, epicentro do foco na primavera (hemisfério norte), serão aplicadas novas restrições em bares e restaurantes.

*Com informações da AFP

CartaCapital
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