Ministério da Saúde confirma 241 mortes e 6,8 mil casos de coronavírus

São 40 óbitos e 1,1 mil infecções a mais que no dia anterior

O ministro Luiz Henrique Mandetta e o secretário João Gabbardo dos Reis. Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

O ministro Luiz Henrique Mandetta e o secretário João Gabbardo dos Reis. Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Política,Saúde

O Brasil já contabiliza 241 mortes e 6.836 casos de coronavírus, segundo atualização do Ministério da Saúde, nesta quarta-feira 1. São 40 óbitos e 1.119 infecções a mais que no dia anterior, quando a pasta confirmou 201 falecimentos e 5,7 mil casos.

A região recordista de contágios é a Sudeste, com 4.223 casos. Em segundo lugar, aparece o Nordeste, com 1.007 pacientes. Em terceiro, a região Sul soma 765 infecções identificadas, seguida da região Centro-Oeste (504) e Norte (337).

O estado de São Paulo segue à frente, com 164 mortes e 2.981 casos; depois, Rio de Janeiro, com 28 mortes e 832 casos; em seguida, Ceará (8 mortes e 444 casos), Pernambuco (8 mortes e 95 casos) e Distrito Federal (3 mortes e 355 casos). A doença está presente em todas as unidades federativas do país.

O percentual médio de letalidade no país é de 3,5%, mas o número é superior em alguns estados, chegando a 5,5% em São Paulo e 8,4% em Pernambuco. O Piauí tem a maior taxa de mortalidade até o momento, já que 4 pessoas já morreram no estado – o que resulta em uma mortalidade de 22,2%.

O Rio Grande do Norte acaba de registrar a vítima fatal mais jovem no país. O homem tinha 23 anos.

Segundo o Ministério da Saúde, o governo reforçou o número de testes com a distribuição de 500 mil testes rápidos para todo o Brasil, nesta quarta-feira 1. A pasta informa que devem ser distribuídos 23 milhões de testes da doença.

Um minuto, por favor...

Obrigado por ter chegado até aqui. Combater a desinformação, as mentiras e os ataques às instituições custa tempo e dinheiro. Nós, da CartaCapital, temos o compromisso diário de levar até os leitores um jornalismo crítico, alicerçado em dados e fontes confiáveis. Acreditamos que este seja o melhor antídoto contra as fake news e o extremismo que ameaçam a liberdade e a democracia.

Se você acredita no nosso trabalho, junte-se a nós. Apoie, da maneira que puder. Ou assine e tenha acesso ao conteúdo integral de CartaCapital!

Compartilhar postagem