Política

Governo do Rio de Janeiro suspende aulas e pode interditar praias

“Momento é de ficar em casa”, diz governador Wilson Witzel (PSC), durante coletiva

Governo do Rio de Janeiro suspende aulas e pode interditar praias
Governo do Rio de Janeiro suspende aulas e pode interditar praias
O governador Wilson Witzel cedeu coletiva para falar sobre o coronavírus. Foto: Reprodução/Facebook
Apoie Siga-nos no

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), afirmou que a Polícia Militar pode interditar as praias para evitar o contágio de coronavírus por meio da concentração de pessoas.

Segundo ele, as forças de segurança serão convocadas porque “o momento é de ficar em casa”. A declaração ocorreu durante coletiva de imprensa, nesta sexta-feira 13.

“Em que pese as praias serem jurisdição federal, o policiamento militar tem a sua obrigação. E nesse caso, tratando-se de uma epidemia, não só o Corpo de Bombeiros como a Defesa Civil, a Polícia Militar e a Guarda Municipal serão chamados e nós não permitiremos a aglomeração na praia. O momento é de ficar em casa, aguardar esses 15 dias para que a gente possa controlar essa epidemia”, afirmou.

Witzel também disse que há a recomendação de redução de público em estabelecimentos como shoppings, bares e restaurantes, e o fechamento de salas de cinema, teatros e centros culturais por duas semanas. O governo decretou ainda a suspensão das aulas das redes pública e privada.

A decisão foi publicada no Diário Oficial. Segundo ele, algumas punições são possíveis, mas o governo ainda acredita no bom senso da população.

O governador Wilson Witzel e o secretário estadual de Saúde, Edmar Santos, concederam entrevista coletiva no Palácio Guanabara, nesta sexta (13/3), para falar sobre as ações do Estado para controle do novo coronavírus.

Posted by Governo do Estado do Rio de Janeiro on Friday, March 13, 2020

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.

CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.

Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo