Saúde

EUA se tornam o país com mais casos de coronavírus no mundo

Com 82.404 casos, país passou a Itália (80.539) e China (81.285) e já registra 1.178 mortes pela covid-19

EUA se tornam o país com mais casos de coronavírus no mundo
EUA se tornam o país com mais casos de coronavírus no mundo
Mulher anda pelas ruas de Nova York usando máscara (Foto: Eduardo Munoz Alvarez/Getty Images/AFP)
Apoie Siga-nos no

Os Estados Unidos agora têm o maior número de casos confirmados de coronavírus no mundo, segundo dados coletados pela Universidade Johns Hopkins e pelo jornal New York Times.

Ao atingir essa marca nesta quinta-feira 26, o país de 330 milhões de pessoas superou os pontos críticos de vírus na China e na Itália.

A Johns Hopkins indicou que os EUA têm 82.404 casos, enquanto o Times disse que havia pelo menos 81.321 pessoas que deram positivo para covid-19.

O número de casos declarados da Itália ficou nesta quinta-feira em 80.539 e na China em 81.285, de acordo com uma contagem da AFP.

Os hospitais americanos têm relatado cada vez mais estarem sobrecarregados com os casos de covid-19 e 40% dos americanos estão sob ordens de bloqueio para impedir a propagação da doença.

Pelo menos 1.178 pessoas morreram de covid-19 nos EUA, segundo Johns Hopkins, incluindo 100 no dia anterior em um viveiro de vírus em Nova York.

Embora as mortes continuem sendo maiores em outros lugares, especialistas dizem que novos números de infecções mostram que muitos mais americanos vão morrer – e o número real de casos pode ser muito maior que o número oficial devido à falta de kits de teste.

A contagem oficial para o número de casos de coronavírus nos EUA vem dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças, que ficaram para trás das contas externas. Na quinta-feira à noite, o CDC listou 68.440 casos.

ENTENDA MAIS SOBRE: , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo