Brasil ultrapassa as 173 mil mortes por Covid-19

Segundo boletim do Conselho Nacional de Secretários de Saúde, país registrou 287 óbitos nas últimas 24 horas

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Saúde

O Brasil chegou nesta segunda-feira 30 à marca de 173.120 mortes pela Covid-19 desde o início da pandemia, segundo atualização do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

 

 

Nas últimas 24 horas, o país registrou 287 óbitos causados pelo novo coronavírus. Também entre domingo e segunda, o Conass aponta 21.138 novos casos, elevando o total de diagnósticos positivos a 6.335.878.

São Paulo é o estado mais afetado pela Covid-19, com 42.095 mortes e 1.241.653 casos. O segundo estado com maior número de óbitos é o Rio de Janeiro, com 22.590. Na sequência, aparecem Minas Gerais (10.041), Ceará (9.612) e Pernambuco (9.037).

Nesta segunda-feira 30, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou que o estado voltou à fase amarela do plano de combate ao novo coronavírus.

“Com o claro aumento da instabilidade da pandemia, o governo e o centro de contingência da Covid-19 decidiram que 100% do estado de São Paulo vai retornar para a fase amarela do Plano São Paulo. Essa medida, quero deixar claro, não fecha comércio, nem bares, nem restaurantes. A fase amarela não fecha atividades econômicas, mas é mais restritiva nas medidas para evitar aglomerações e o aumento do contágio da Covid-19”, disse o governador.

Ainda nesta segunda, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus,  destacou a gravidade da situação da pandemia no Brasil.

“Acho que o Brasil deveria levar muito, muito a sério. É muito, muito preocupante”, ressaltou Ghebreyesus.

 

Responda nossa pesquisa e nos ajude a entender o que nossos leitores esperam de CartaCapital

Um minuto, por favor...

Obrigado por ter chegado até aqui. Combater a desinformação, as mentiras e os ataques às instituições custa tempo e dinheiro. Nós, da CartaCapital, temos o compromisso diário de levar até os leitores um jornalismo crítico, alicerçado em dados e fontes confiáveis. Acreditamos que este seja o melhor antídoto contra as fake news e o extremismo que ameaçam a liberdade e a democracia.

Se você acredita no nosso trabalho, junte-se a nós. Apoie, da maneira que puder. Ou assine e tenha acesso ao conteúdo integral de CartaCapital!

Compartilhar postagem