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Silvia Waiãpi fica de fora de arranjo do PL e acusa partido de ‘racismo estrutural’
A ex-deputada afirma que Dr. Furlan (PSD), pré-candidato ao governo do Amapá, é ‘traidor’
A ex-deputada federal Silvia Waiãpi (PL) acusou nesta segunda-feira 20 o PL de “racismo estrutural” após ter sua candidatura à Câmara dos Deputados barrada no Amapá. Ela diz que Dr. Furlan (PSD), pré-candidato ao governo do Amapá, é “traidor” e seria o responsável por deixar de fora seu nome do arranjo estadual.
“Eles preferem dar direito a um homem que não é brasileiro para tirar direito de uma mulher indígena”, disse, em referência ao fato do ex-prefeito de Macapá ter nascido na Costa Rica.
“Isso é racismo estrutural. Vão cercear minha candidatura por preconceito contra uma mulher indígena, eu entreguei todas minhas certidões e agora estão com um golpe contra uma mulher indígena, conservadora e de direita”, afirmou em um vídeo publicado em suas redes sociais.
O PL justifica que a ex-deputada não poderá se candidatar pois está inelegível. Ela foi condenada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Amapá por usar 9 mil reais do fundo eleitoral para a realização de uma harmonização facial. Em abril deste ano, o Tribunal Superior Eleitoral confirmou a decisão do TRE-AP.
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