Política
Sergio Lirio: ‘Flávio se portou como serviçal de Trump’
O pré-candidato pretendia, com a visita, desviar o foco das suas relações íntimas com o banqueiro Daniel Vorcaro
A visita relâmpago do pré-candidato Flávio Bolsonaro rendeu a tão esperada foto com Donald Trump, mas provavelmente não o efeito desejado. Na imagem, o filho 01 se portou “como um serviçal”, um mordomo James, do presidente dos Estados Unidos, avalia Sergio Lirio, redator-chefe de CartaCapital. Se uma imagem vale mesmo por mil palavras, afirma, a fotografia estampa a relação subalterna do clã Bolsonaro com o republicano.
O pré-candidato pretendia, com a visita, desviar o foco das suas relações íntimas com o banqueiro Daniel Vorcaro, reveladas pelos áudios publicados pelo site The Intercept.
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Depois do encontro na Casa Branca, Flávio Bolsonaro afirmou ter solicitado a Trump a classificação do PCC e do Comando Vermelho como grupos terroristas, o que abriria a possibilidade de uma intervenção militar norte-americana no Brasil.
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