Política
Romário se desentende com Paulo Rocha e senadores apartam briga: ‘Não bota o dedo na minha cara’
Briga aconteceu durante debate sobre a regulamentação das atividades dos profissionais de educação física
Os senadores Romário (PL-RJ) e Paulo Rocha (PT-PA) se desentenderam nesta quinta-feira durante debate sobre a regulamentação das atividades dos profissionais de educação física. Outros senadores precisaram apartar a briga, diante dos ânimos exaltados e dos palavrões ditos por Romário, que se ofendeu depois de Paulo Rocha ter apontado o dedo em riste para ele.
— Não bota o dedo na minha cara — disse o ex-atleta, enquanto era afastado por Carlos Portinho (PL-RJ).
Nas imagens, é possível ver Paulo Rocha dizendo que Romário está causando intrigas em seu discurso e pedindo para que deixe de falar ao microfone. Romário disse que continuaria falando, já que “guerra é guerra”. Em discordância, Rocha apontou o dedo indicador em direção ao rosto do ex-jogador, que reagiu.
— Não bota o dedo na minha cara não, que eu não te desrespeito. Para de graça que não joguei porra nenhuma contra ninguém. Vai fazer graça pra casa do caralho, que não é o fortão dessa porra — afirmou enquanto andava em direção a Paulo Rocha.
Ao GLOBO, Romário disse ter se sentido desrespeitado.
— Não tenho nada contra o Paulo Rocha e sempre buscarei o debate dentro das regras. Mas, ninguém vai colocar o dedo na minha cara e muito menos achar que vai ganhar no grito. Ao invés de usar o microfone para um debate às claras, como deve ser, ele resolveu colocar o dedo em riste e vir em minha direção defender o seu ponto. De resto é isso — disse.
A reportagem não conseguiu contato com Rocha.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.



