Política

Relatora do processo contra Chiquinho Brazão apresenta plano de trabalho ao Conselho de Ética da Câmara

Deputado é apontado como o mandante da morte da vereadora Marielle Franco (PSOL)

Chiquinho Brazão Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados
Apoie Siga-nos no

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados reúne-se nesta quarta-feira (12) para analisar duas representações por quebra de decoro e o plano de trabalho da deputada Jack Rocha (PT-ES) para o processo contra o deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ).

A reunião está marcada para as 11 horas. O local da reunião ainda não foi definido.

A Procuradoria-Geral da República acusa Brazão de ser um dos mandantes do assassinato no Rio de Janeiro da vereadora Marielle Franco (Psol). O deputado está preso e nega as acusações.

O processo contra Brazão foi instaurado no dia 15 de maio, quando foi aberto o prazo de dez dias úteis para a apresentação, por escrito, da defesa de Chiquinho Brazão.

Fernanda e Braga

Os deputados também vão analisar os processos contra a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) e o deputado Glauber Braga (Psol-RJ). Eles são acusados de quebra de decoro.

Na Representação 2/24, o PL acusa Fernanda Melchionna de ter ofendido a família do ex-presidente Bolsonaro em reunião da Comissão de Segurança Pública da Câmara.

O relator, deputado Júlio Arcoverde (PP-PI), no entanto, considerou que não houve quebra de decoro nas falas da parlamentar. Agora o parecer de Arcoverde precisa ser votado pelo conselho.

Já na Representação 1/24, o PL acusa Glauber Braga de ter agredido fisicamente o colega Abilio Brunini (PL-MT) durante reunião da Comissão de Direitos Humanos da Câmara.

Braga alega que o empurrão dado em Brunini foi resultado de uma discussão acalorada e generalizada e não uma tentativa de agressão.

O relator, deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO), ainda não apresentou seu parecer.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.
CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.
Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Contribua com o quanto puder.

Quero apoiar

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo