Política
Quaest: Fuad Noman (PSD) tem 46% e Bruno Engler (PL) vai a 40% em BH
Os dois estão empatados tecnicamente no limite da margem de erro, que é de três pontos para mais ou para menos
Uma pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta-feira 23, mostra que Fuad Noman (PSD) lidera numericamente as intenções de voto no segundo turno em Belo Horizonte (MG) com 46%. Bruno Engler (PL) tem 40%, segundo o levantamento.
Os dois estão empatados tecnicamente no limite da margem de erro, que é de três pontos para mais ou para menos. Veja os números:
- Fuad Noman (PSD): 46%
- Bruno Engler (PL): 40%
- Branco/Nulo/Não vai votar: 9%
- Indecisos: 5%
A pesquisa, contratada pela TV Globo, foi realizada presencialmente com 1.002 pessoas de 16 anos ou mais em Belo Horizonte, nos dias 20 a 22 de outubro. O nível de confiança é de 95%.
Em comparação com a última pesquisa realizada pela Quaest, divulgada em 16 de outubro, Engler cresceu de 37% para 40%, enquanto Fuad Noman manteve os 46%.
O levantamento ainda mediu a intenção espontânea, em que os entrevistados não recebem uma lista com os nomes dos candidatos. Nesse cenário, Fuad Noman e Bruno Engler também estão tecnicamente empatados, e 32% dos eleitores estão indecisos.
Veja os números:
- Fuad Noman (PSD): 35%
- Indecisos: 32%
- Bruno Engler (PL): 31%
- Branco/Nulo/Não vai votar: 2%
Segundo a pesquisa, para 78% dos eleitores a escolha do voto para prefeito é definitiva. Outros 21% afirmaram que ainda pode mudar caso algo aconteça.
Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome
Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.
CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.
Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.



