Política
Quaest aponta empate no topo da disputa ao Senado em Sergipe
Rogério Carvalho (PT) e Delegado André David (Republicanos) aparecem numericamente à frente, ambos com 11%
Uma nova rodada da pesquisa Quaest, divulgada nesta quinta-feira 27, aponta que a corrida pelas duas vagas de Sergipe no Senado ainda está aberta. No cenário estimulado, quando os postulantes são citados nominalmente, Rogério Carvalho (PT) e Delegado André David (Republicanos) aparecem numericamente à frente, ambos com 11%.
Já no Delegado Alessandro (MDB) tem 8%, enquanto André Moura (União Brasil), Eduardo Amorim (Republicanos) e Rodrigo Valadares (PL) registram 7% cada. Edvaldo Nogueira (PDT) aparece com 6%.
Já no cenário espontâneo, em que os nomes não são apresentados aos entrevistados, nenhum candidato chega a 12% das intenções de voto, e 79% não souberam apontar um nome ou preferiram não responder.
Veja os números:
- Rogério Carvalho (PT): 11%
- Delegado André David (Republicanos): 11%
- André Moura (União): 9%
- Delegado Alessandro (MDB): 8%
- Eduardo Amorim (Republicanos): 7%
- Rodrigo Valadares (PL): 7%
- Edvaldo (PDT): 6%
- Iran Barbosa (PSOL): 2%
- Coronel Rocha (PL): 2%
- Renatinha (DC): 1%
- Paulinho da União Tur (DC): 1%
- Não souberam/quiseram responder: 22%
- Brancos e nulos: 13%
Contratado pela TV Sergipe, afiliada da Globo no estado, o levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o número SE-03536/2026. Foram ouvidos 804 sergipanos maiores de 16 anos entre os dias 23 e 26 de agosto. O nível de confiança é de 95%, com margem de erro de três pontos percentuais.
A Quaest também perguntou em que os entrevistados não votariam. Eduardo Amorim (Republicanos) e Rodrigo Valadares (PL) aparecem como os candidatos mais rejeitados na disputa, ambos com 39% dos eleitores que dizem conhecê-los, mas afirmam que não votariam neles. André Moura (União Brasil) vem logo atrás, com 38%, seguido por Carvalho (PT), com 33%.
Agregador de pesquisas CartaCapital
O Agregador Carta/Colectta reúne as pesquisas registradas na Justiça Eleitoral e calcula uma tendência atualizada diariamente, considerando fatores como atualidade, tamanho da amostra e metodologia. A proposta é facilitar a comparação entre os resultados, acompanhar a evolução das preferências do eleitorado ao longo do tempo e identificar tendências no cenário eleitoral.
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