Política
PSB e PSOL formalizam apoio a Haddad
Carlos Siqueira, presidente do PSB, diz que Bolsonaro representa “o extremo oposto da candidatura das forças democráticas”
Após fechar um acordo de neutralidade com o PT no primeiro turno, o PSB decidiu formalizar o apoio a Fernando Haddad na segunda fase da disputa. A exceção é São Paulo e Distrito Federal, onde os pessebistas Márcio França e Rodrigo Rollemberg disputam o governo estadual. Em coletiva, o PSOL também formalizou o apoio a Haddad após reunião com petistas.
Segundo Carlos Siqueira, presidente do PSB, o partido propõe que se forme uma “frente democrática contra uma candidatura que representa o extremo oposto da candidatura das forças democráticas”. Embora tenha liberado França e Rollemberg, Siqueira disse esperar que eles tomem “a decisão mais correta, que tenha consonância com a história do partido.
Leia também: Após compor com Alckmin, PTB declara apoio a Bolsonaro
Também nesta terça-feira 9, o PSOL formalizou seu apoio a Haddad. Em coletiva ao lado do candidato do PT, Guilherme Boulos afirmou que o petista irá incorporar algumas propostas da legenda.
Boulos mencionou a proposta de punir empresas que desrespeitem a igualdade salarial entre homens e mulheres, o fim de privilégios de autoridades como o auxílio-moradia e o compromisso com a demarcação e regularização de terras indígenas e quilombolas.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.


