Política

Presidenta eleita sul-coreana quer segurança e diplomacia com a Coreia do Norte

Park Geun-hye que abrirá “uma nova era na península coreana”

A presidente eleita da Coreia do Sul, Park Geun-Hye, durante visita ao Cemitério Nacional de Seul. Foto: AFP
A presidente eleita da Coreia do Sul, Park Geun-Hye, durante visita ao Cemitério Nacional de Seul. Foto: AFP
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A presidenta eleita da Coreia do Sul, Park Geun-hye, prometeu nesta quinta-feira 20 uma “nova era” na política de Seul para a Coreia do Norte, com uma “forte segurança” e uma diplomacia baseada na confiança.

“O lançamento do míssil de longo alcance pela Coreia do Norte evidencia a grave situação de segurança em que nos encontramos”, disse Park Geun-hye um dia depois de sua vitória nas urnas sobre o líder da oposição de centro-esquerda, Moon Jae-in.

“Cumprirei a promessa que fiz de abrir uma nova era na península coreana, baseada em uma forte segurança e uma diplomacia baseada na confiança”, completou, depois de ter visitado o túmulo do pai, o ditador Park Chung-hee (1968-1979).

Durante a campanha eleitoral, Park se distanciou da intransigência que caracteriza a política norte-coreana do Partido Conservador e do atual presidente, Lee Myung-bak, que suspendeu a ajuda humanitária a Pyongyang em represália ao bombardeio de uma ilha sul-coreana em 2010.

Park chegou a sugerir uma reunião com o jovem líder norte-coreano, Kim Jong-Un, à frente do regime comunista desde a morte de seu pai, Kim Jong-il, em dezembro de 2011.

Analistas acreditam, no entanto, que a presidente será freada pelos ‘falcões’ de seu partido e pela vontade dos Estados Unidos e de seus aliados de punir a Coreia do Norte depois do lançamento de um foguete, em 12 de dezembro, que a comunidade internacional considera um teste de míssil balístico.

Em tese, as duas Coreias permanecem em guerra. Os dois países não assinaram um tratado de paz após a guerra da Coreia (1950-53).

A presidenta eleita da Coreia do Sul, Park Geun-hye, prometeu nesta quinta-feira 20 uma “nova era” na política de Seul para a Coreia do Norte, com uma “forte segurança” e uma diplomacia baseada na confiança.

“O lançamento do míssil de longo alcance pela Coreia do Norte evidencia a grave situação de segurança em que nos encontramos”, disse Park Geun-hye um dia depois de sua vitória nas urnas sobre o líder da oposição de centro-esquerda, Moon Jae-in.

“Cumprirei a promessa que fiz de abrir uma nova era na península coreana, baseada em uma forte segurança e uma diplomacia baseada na confiança”, completou, depois de ter visitado o túmulo do pai, o ditador Park Chung-hee (1968-1979).

Durante a campanha eleitoral, Park se distanciou da intransigência que caracteriza a política norte-coreana do Partido Conservador e do atual presidente, Lee Myung-bak, que suspendeu a ajuda humanitária a Pyongyang em represália ao bombardeio de uma ilha sul-coreana em 2010.

Park chegou a sugerir uma reunião com o jovem líder norte-coreano, Kim Jong-Un, à frente do regime comunista desde a morte de seu pai, Kim Jong-il, em dezembro de 2011.

Analistas acreditam, no entanto, que a presidente será freada pelos ‘falcões’ de seu partido e pela vontade dos Estados Unidos e de seus aliados de punir a Coreia do Norte depois do lançamento de um foguete, em 12 de dezembro, que a comunidade internacional considera um teste de míssil balístico.

Em tese, as duas Coreias permanecem em guerra. Os dois países não assinaram um tratado de paz após a guerra da Coreia (1950-53).

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