Política

Presidente do TSE apresenta nova urna eletrônica para as eleições 2022

Serão 224.999 urnas novas de um total de 577.125 equipamentos disponíveis em 2022

Presidente do TSE, Luis Roberto Barroso, em entrevista coletiva.  Foto: Antonio Augusto/Ascom/TSE
 Presidente do TSE, Luis Roberto Barroso, em entrevista coletiva.  Foto: Antonio Augusto/Ascom/TSE
Presidente do TSE, Luis Roberto Barroso, em entrevista coletiva. Foto: Antonio Augusto/Ascom/TSE Presidente do TSE, Luis Roberto Barroso, em entrevista coletiva. Foto: Antonio Augusto/Ascom/TSE

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, promoveu coletiva de imprensa nesta segunda-feira 13, na qual apresentou as novas urnas eletrônicas que equiparão os postos de votação no pleito do ano que vem.

 

O modelo 2020, que vai compor quase metade do parque eletrônico, será distribuído por todo o País. “O equipamento é mais moderno e trará ainda mais segurança e recursos de acessibilidade”, afirma o tribunal.

Serão 224.999 urnas novas de um total de 577.125 equipamentos disponíveis em 2022. Até aqui, o modelo mais recentes era de 2015. Ao todo, as eleições do ano que vem vão usar seis diferentes modelos de urna lançados desde 2009.

Conheça as principais mudanças da urna eletrônica modelo 2020:

– Terminal do mesário com tela totalmente gráfica, sem teclado físico, e superfície sensível ao toque;

– Processador do tipo System on a Chip (SOC), 18 vezes mais rápido que o modelo 2015;

– Bateria do tipo Lítio Ferro-Fosfato: menos custos de conservação por não necessitarem de recarga;

– Mídia de aplicação do tipo pen-drive, o que traz maior flexibilidade logística para os tribunais regionais eleitorais na geração de mídias;

– Expectativa de duração da bateria por toda a vida útil da urna;

– Maior celeridade na identificação do eleitorado: enquanto uma primeira pessoa vota, outra pode ser identificada pelo mesário;

– Teclas com duplo fator de contato.

Assine nossa newsletter

Receba conteúdos exclusivos direto na sua caixa de entrada.

Um minuto, por favor...

Obrigado por ter chegado até aqui. Combater a desinformação, as mentiras e os ataques às instituições custa tempo e dinheiro. Nós, da CartaCapital, temos o compromisso diário de levar até os leitores um jornalismo crítico, alicerçado em dados e fonte confiáveis. Acreditamos que este seja o melhor antídoto contra as fake news e o extremismo que ameaçam a liberdade e a democracia.

Se você acredita no nosso trabalho, junte-se a nós. Apoie, da maneira que puder. Ou assine e tenha acesso ao conteúdo integral de CartaCapital!