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Ambientalistas confiam que o Senado barrará os excessos da Câmara. O primeiro teste será com o PL do Veneno

Prudência. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, não tem pressa de votar as pautas-bomba da Câmara – Imagem: Wenderson Araújo/Sistema CNA/Senar e Edmilson Rodrigues/Ag. Senado
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Liberação de agrotóxicos, mudanças nas regras de licenciamento ambiental, regularização de terras públicas invadidas, definição sobre o “marco temporal” para o reconhecimento de Terras Indígenas. A lista de projetos ambientais que tramitam no Senado é uma batata fervente nas mãos do presidente da Casa, Rodrigo Pacheco, e a análise de cada um deles em diferentes comissões servirá ao mesmo tempo para aferir o grau de fidelidade dos senadores da base governista e ampliar o debate sobre as visões divergentes – e por vezes antagônicas – dentro do próprio governo.

Bem diferente da realidade hostil vivida na Câmara, o governo conta hoje com ao menos 55 dos 81 senadores. Essa conta favorável não dá, porém, a mínima garantia de que os projetos ambientais tenham um debate tranquilo, uma vez que os temas analisados no Senado são sensíveis e colocam de um lado ministros ligados à agenda ambiental e da reforma agrária, como Marina Silva (Meio Ambiente), Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário) e Sônia Guajajara (Povos Indígenas), e de outro lado ministros ligados ao agronegócio, como Carlos Fávaro (Agricultura) e Alexandre Silveira (Minas e Energia).

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