Política
PDT fecha apoio a Serra nas eleições em São Paulo
O anúncio será feito nesta tarde pelo candidato pedetista derrotado no primeiro turno, Paulinho da Força
O PDT apoiará José Serra (PSDB) no segundo turno da eleição à prefeitura de São Paulo. O anúncio será feito nesta tarde pelo candidato pedetista derrotado no primeiro turno, Paulo Pereira da Silva, Paulinho da Força. Ele foi o sétimo colocado na eleição deste domingo, com 38.750 votos (0,6% dos votos válidos).
O apoio foi intermediado pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). O PDT comanda a secretaria estadual do Trabalho no governo tucano.
O PT também havia tentando conseguir o apoio pedetista. Segundo o Terra Magazine, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva havia pedido ao prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho (PT), que tentasse convencer Paulinho a apoiar Fernando Haddad (PT).
Os outros apoios ainda não foram formalizados. O PMDB, de Gabriel Chalita, deve anunciar apoio a Haddad ainda nesta terça-feira, após intervenção do vice-presidente da República, Michel Temer.
O PDT apoiará José Serra (PSDB) no segundo turno da eleição à prefeitura de São Paulo. O anúncio será feito nesta tarde pelo candidato pedetista derrotado no primeiro turno, Paulo Pereira da Silva, Paulinho da Força. Ele foi o sétimo colocado na eleição deste domingo, com 38.750 votos (0,6% dos votos válidos).
O apoio foi intermediado pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). O PDT comanda a secretaria estadual do Trabalho no governo tucano.
O PT também havia tentando conseguir o apoio pedetista. Segundo o Terra Magazine, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva havia pedido ao prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho (PT), que tentasse convencer Paulinho a apoiar Fernando Haddad (PT).
Os outros apoios ainda não foram formalizados. O PMDB, de Gabriel Chalita, deve anunciar apoio a Haddad ainda nesta terça-feira, após intervenção do vice-presidente da República, Michel Temer.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.

