Política
Os índices de aprovação a Lula após 8 meses e meio de mandato, segundo o Datafolha
O instituto ouviu 2.016 pessoas de 139 cidades entre 12 e 13 de setembro
Uma pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira 14 aponta uma estabilidade na aprovação ao presidente Lula (PT) e uma leve alta na reprovação. Consideram o petista bom ou ótimo 38%, enquanto 30% o acham regular e 31% o definem como ruim ou péssimo.
Em junho, os índices eram, respectivamente, de 37%, 33% e 27%.
Os maiores índices de aprovação são registrados entre os nordestinos (49%), os “menos instruídos” (53%) e os mais pobres (43%). Por outro lado, o petista é mais rejeitado no Sul (39%), entre os “mais escolarizados” (39%), os que ganham mais de 5 a 10 salários mínimos (44%) e os evangélicos (41%).
No segmento de jovens de 16 a 24 anos, 43% acham Lula regular, ante 31% que o aprovam e 23% que o rejeitam.
O Datafolha ouviu 2.016 pessoas de 139 cidades entre 12 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
Na quarta-feira 13, um levantamento Febraban/Ipespe apontou que a aprovação ao governo Lula cresceu quatro pontos percentuais e atingiu 55%, o maior índice desde o início do mandato. De acordo com a pesquisa, 59% dos brasileiros acreditam que o Brasil irá melhorar até o fim de 2023.
No caso da pesquisa Ipespe, 38% desaprovam a gestão petista, dois pontos a menos que o registrado em junho. Também houve uma redução na parcela pessimista da população: a taxa caiu de 24% para 18% no período. Já a percepção de que o Brasil está melhor que no ano passado aumentou: saiu de 41% em junho para 48% em agosto.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.



