Política
Os favoritos para o Senado por São Paulo, segundo nova pesquisa
Haddad e Marina são os mais citados pelos eleitores; o bolsonarista Derrite aparece na terceira posição
Os ministros Fernando Haddad (PT) e Marina Silva (Rede) são os favoritos para as duas cadeiras abertas no Senado por São Paulo em 2026. A conclusão é do novo levantamento do instituto Paraná Pesquisas, divulgado nesta quarta-feira 11.
Segundo a pesquisa, o petista está isolado na liderança da corrida por uma das vagas; Marina, por sua vez, é a segunda colocada. Ela, porém, é seguida de perto pelo bolsonarista Guilherme Derrite (PP), que fica na terceira posição, mas em um empate técnico quando considerada a margem de erro, de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos.
No levantamento desta quarta, dois cenários foram testados. Neles, os eleitores puderam apontar até duas opções de votos, como será nas urnas em outubro. Veja os resultados:
Cenário 1
- Fernando Haddad (PT) – 36,5%
- Marina Silva (Rede) – 31,3%
- Capitão Derrite (PP) – 29,9%
- Coronel Mello Araújo (PL) – 20,3%
- Ricardo Salles (Novo) – 11,5%
- Paulinho da Força (Solidariedade) – 9,2%
- Baleia Rossi (MDB) – 7,2%
- Robson Tuma (Republicanos) – 5,8%
- Não sabe/Não opinou – 4,2%
- Nenhum/Branco/Nulo – 11,2%
Cenário 2
- Fernando Haddad (PT) – 36,1%
- Marina Silva (Rede) – 31,5%
- Capitão Derrite (PP) – 27,2%
- Mario Frias (PL) – 16,1%
- Ricardo Salles (Novo) – 12%
- Paulinho da Força (Solidariedade) – 9,6%
- Gil Diniz (PL) – 8%
- Baleia Rossi (MDB) – 7,8%
- Robson Tuma (Republicanos) – 6,3%
- Não sabe/Não opinou – 3,5%
- Nenhum/Branco/Nulo – 10,4%
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o protocolo SP-04650/2026. Para os resultados, foram coletadas 1.580 entrevistas, entre os dias 6 e 10 de fevereiro, em 78 municípios de SP.
Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome
Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.
CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.
Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.



