Política
O que diz a nova pesquisa Quaest sobre a aprovação do governo Lula
O levantamento entrevistou 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 6 e 9 de março
A pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta-feira 11, apontou que a aprovação do governo Lula (PT) registrou uma piora, passando de 49% em fevereiro para 51%. A aprovação variou dentro da margem de erro, passando de 45% para 44%, segundo o levantamento. Não sabem ou não responderam somam 5% (eram 6%).
Veja os números:
Desaprova: 51% (eram 49% em fevereiro e 49% em janeiro);
Aprova: 44% (eram 45% em fevereiro e 47% em janeiro);
Não sabem/não responderam: 5% (eram 6% em fevereiro e 4% em janeiro).
A desaprovação é mais alta entre os eleitores que se identificam como bolsonaristas (93%), e os que dizem fazer parte da direita não bolsonarista (89%).
O índice de aprovação do governo Lula (PT) nas regiões do Brasil. Foto: Quaest/Reprodução
Em relação às regiões, Lula é mais desaprovado entre os eleitores do Sul (60%), seguido do Centro-Oeste (59%) e Sudeste (58%). Entre os eleitores do Nordeste, a desaprovação fica em 31%, uma queda de dois pontos em relação a fevereiro (33%).
O índice de aprovação do governo Lula (PT) nas regiões do Brasil. Foto: Quaest/Reprodução
A pesquisa questionou ainda os eleitores se o presidente Lula merece continuar à frente do país por mais quatro anos. A maior parte (59%) respondeu não, contra 37% que disseram sim e 4% que não sabem/não responderam.
O levantamento, encomendado pela Genial Investimentos, entrevistou 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 6 e 9 de março. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos, com um grau de confiança de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral é BR-05809/2026.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.




