Política

No grito, PSL força nome de Janaína Paschoal para presidir a Alesp

CartaCapital acompanha posse dos novos deputados e eleição da presidência da Assembleia Legislativa de São Paulo

No grito, PSL força nome de Janaína Paschoal para presidir a Alesp
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Isolado mesmo com a maior bancada – foram 15 eleitos -, o PSL tenta levar no grito a eleição de Janaína Paschoal para a presidência da Alesp. Um grupo liderado pelo deputado eleito Douglas Garcia (PSL), do Direita São Paulo, entoou gritos militares de apoio à deputada antes de a sessão começar. Garcia segurava um enorme coração cor de rosa com o nome de Janaína e pedido por voto aberto, embora a votação para a presidência e toda a Mesa Diretora já seja aberta, conforme manda o regimento da Alesp.

O governador João Doria é chamado de “botocado enganador”, e Cauê Macris (PSDB), atual presidente da casa e grande favorito da disputa, de “ladrão”.

Os pesselistas estão concentrados no hall de entrada na Alesp. A militância ligada ao PT e aos movimentos sindicais ocupa os outros dois auditórios da casa. A cerimônia de posse começou às 15 horas e, na sequência, os deputados escolherão o líder e os secretários. São necessários quarenta e oito votos para vencer em primeiro turno.

A bancada do PSL levou para a Assembleia um trio elétrico verde e amarelo, que tocou o Hino da Independência. Um dos assuntos mais comentados nos grupinhos pró-Janaina é o resultado da votação do STF que fixou na Justiça Eleitoral o julgamento de crimes correlatos ao caixa 2 – e, na prática, minou o poderio da Lava Jato. As ofensas de Gilmar Mendes a procuradores do Ministério Público não passaram batido.

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