Política
Mourão lamenta morte de Olavo de Carvalho, mas cita ‘diferença de opinião’
Olavo de Carvalho morreu aos 74 anos internado em um hospital nos Estados Unidos e não teve a causa da morte divulgada
O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, também foi às redes sociais nesta terça-feira lamentar a morte de Olavo de Carvalho, guru do bolsonarismo. Mais distante do núcleo ideológico que cerca o presidente da República, Jair Bolsonaro, o general citou “diferença de opinião” com o escritor falecido na segunda-feira à noite.
“Independentemente da diferença de opinião, o desaparecimento do Professor Olavo de Carvalho deixa uma lacuna no pensamento brasileiro”, publicou Mourão no Twitter. “Defensor intransigente da liberdade e livre iniciativa, fundamentos da democracia, ele sustentou valores conservadores caros à nossa sociedade”, acrescentou.
Independentemente da diferença de opinião, o desaparecimento do Professor Olavo de Carvalho deixa uma lacuna no pensamento brasileiro. Defensor intransigente da liberdade e livre iniciativa, fundamentos da democracia, ele sustentou valores conservadores caros à nossa sociedade.
— General Hamilton Mourão (@GeneralMourao) January 25, 2022
Olavo de Carvalho morreu aos 74 anos internado em um hospital nos Estados Unidos e não teve a causa da morte divulgada. No dia 15 de janeiro, a equipe do ex-astrólogo – crítico das vacinas contra o novo coronavírus – anunciou um diagnóstico de covid-19.
O próprio governo federal emitiu uma nota oficial de pesar pela morte do escritor. Bolsonaro também foi às redes sociais lamentar o ocorrido.
Apesar de não ter finalizado a graduação em Filosofia, o escritor se apresentava como professor da disciplina e ministrava cursos. Teve entre os alunos o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro (PL), e ajudou a formar uma legião de bolsonaristas que hoje atuam no Executivo federal.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.



