Política
Ministério Público acusa governo paulista de superfaturar mochilas escolares
Dinheiro seria usado para financiar campanha de tucano à prefeitura de Taubaté.
O Ministério Público estadual de São Paulo entrou com uma ação na Justiça contra o presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), José Bernardo Ortiz, nesta quarta-feira 26. Os promotores alegam que uma licitação iniciada no ano passado para a compra de mochilas foi direcionada para beneficiar empresas convidadas a participar do esquema em troca de propinas equivalentes a 5% do valor das compras.
Vinculado à secretária de Educação, o FDE é o órgão responsável, entre outras coisas, pela compra de material escolar para as escolas públicas em São Paulo. A Promotoria sustenta que a fraude já havia sido denunciada ao presidente da FDE, mas ele teria emitido determinação para que o assunto não fosse investigado internamente.
Segundo o jornal Folha de S. Paulo, os promotores afirmaram que o dinheiro desviado seria posteriormente usado para bancar a campanha de Ortiz Júnior (PSDB), filho do presidente do FDE, à prefeitura de Taubaté, São Paulo. Djalma Santos Silva, ex-diretor de uma das fornecedoras, disse ter sido procurado pelo filho do diretor do FDE para buscar empresas dispostas a lhe dar de “R$ 7 milhões a R$ 8 milhões”. Ortiz e seu filho negam as acusações.
Reportagem da Carta Capital de janeiro de 2011 já mostrava que o na bolsa eletrônica do Estado. Em alguns casos, os preços eram mais altos do que para o consumidor comum.
O governo paulista criou um sistema online com o propósito de reduzir custos nas compras de materiais escolares e de limpeza pelas escolas estaduais, mas os preços dos produtos estão bem maiores do que os comprados por outras secretarias do próprio governo.
O Ministério Público estadual de São Paulo entrou com uma ação na Justiça contra o presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), José Bernardo Ortiz, nesta quarta-feira 26. Os promotores alegam que uma licitação iniciada no ano passado para a compra de mochilas foi direcionada para beneficiar empresas convidadas a participar do esquema em troca de propinas equivalentes a 5% do valor das compras.
Vinculado à secretária de Educação, o FDE é o órgão responsável, entre outras coisas, pela compra de material escolar para as escolas públicas em São Paulo. A Promotoria sustenta que a fraude já havia sido denunciada ao presidente da FDE, mas ele teria emitido determinação para que o assunto não fosse investigado internamente.
Segundo o jornal Folha de S. Paulo, os promotores afirmaram que o dinheiro desviado seria posteriormente usado para bancar a campanha de Ortiz Júnior (PSDB), filho do presidente do FDE, à prefeitura de Taubaté, São Paulo. Djalma Santos Silva, ex-diretor de uma das fornecedoras, disse ter sido procurado pelo filho do diretor do FDE para buscar empresas dispostas a lhe dar de “R$ 7 milhões a R$ 8 milhões”. Ortiz e seu filho negam as acusações.
Reportagem da Carta Capital de janeiro de 2011 já mostrava que o na bolsa eletrônica do Estado. Em alguns casos, os preços eram mais altos do que para o consumidor comum.
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