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Lula promete ampliar ensino técnico e defende investimento em educação para redução da violência

O presidente afirmou que formação garante ‘menos dependência’, especialmente para mulheres

Lula promete ampliar ensino técnico e defende investimento em educação para redução da violência
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O presidente Lula. Foto: Evaristo Sa/AFP
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O presidente Lula (PT) participou nesta segunda-feira 23, em Brasília, da cerimônia de entrega do Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização, iniciativa do Ministério da Educação que reconhece ações de redes estaduais, distrital e municipais voltadas à alfabetização na idade adequada.

O evento integra o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, política federal que busca ampliar o acesso à educação básica de qualidade, reduzir desigualdades e incentivar boas práticas entre sistemas de ensino. A premiação avalia desde a formulação de políticas públicas até a implementação de estratégias alinhadas às metas do Plano Nacional de Educação.

Ao lado do ministro Camilo Santana, Lula ressaltou a importância de investir na base educacional como forma de garantir melhores oportunidades no futuro. Segundo ele, o fortalecimento da alfabetização e da formação técnica é central para promover autonomia social.

Durante o discurso, o presidente destacou a expansão da rede federal de ensino técnico no País. “Em menos de 15 anos, vamos entregar 782 escolas técnicas e institutos federais para garantir […] um futuro muito mais decente, um salário muito mais decente”, afirmou.

Lula também associou o acesso à educação à redução da dependência econômica. “Quanto melhor for a formação, menos dependência. E quanto menos dependência, mais as pessoas poderão andar de cabeça erguida”, disse.

O presidente também defendeu que a educação pública deve assegurar igualdade de oportunidades, independentemente de origem ou condição social. “Cada mulher ou cada homem […] tem do Estado brasileiro o direito de ter a oportunidade de estudar, se formar, trabalhar e ser tratada como gente de primeira categoria”, declarou.

Em outro momento, ele relacionou a autonomia feminina à redução da violência de gênero, ao afirmar que mulheres com mais independência têm mais condições de romper ciclos de violência.

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