Política

Ipec: Lula lidera o 2º turno com 7 pontos de vantagem sobre Bolsonaro a 13 dias da eleição

A rodada anterior, publicada em 10 de outubro, apresentava o petista com 51% das intenções totais de voto, contra 42% do ex-capitão

Ipec: Lula lidera o 2º turno com 7 pontos de vantagem sobre Bolsonaro a 13 dias da eleição
Ipec: Lula lidera o 2º turno com 7 pontos de vantagem sobre Bolsonaro a 13 dias da eleição
Lula e Jair Bolsonaro. Fotos: Ricardo Stuckert e Douglas Magno/AFP
Apoie Siga-nos no

Uma pesquisa Ipec (antigo Ibope) divulgada nesta segunda-feira 17, encomendada pela TV Globo, aponta que Lula (PT) lidera por 7 pontos a disputa pela Presidência da República no segundo turno contra Jair Bolsonaro (PL).

O petista anota 50% das intenções de voto, ante 43% do ex-capitão. Brancos e nulos são 5%, enquanto 2% não sabem ou não responderam.

Nos votos válidos, a desconsiderar votos nulos e em branco e eleitores indecisos, Lula vai a 54% e Bolsonaro marca 46%.

A rodada anterior, publicada em 10 de outubro, apresentava Lula com 51% das intenções totais de voto, contra 42% de Bolsonaro. Nos válidos, o petista liderava por 55% a 45%.

Bolsonaro continua a ser o candidato mais rejeitado. 46% dos eleitores não votariam de jeito nenhum no presidente, ante 41% em Lula.

O Ipec entrevistou 3.008 pessoas de 184 municípios entre 15 e 17 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, considerando um nível de confiança de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral é BR-02707/2022.

Em 2 de outubro, no primeiro turno, Lula obteve 48,4% dos votos válidos, contra 43,2% de Bolsonaro. Simone Tebet (MDB) recebeu 4,1% e terminou à frente de Ciro Gomes (PDT), que chegou a 3%. O segundo turno está marcado para 30 de outubro.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.

CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.

Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo