CartaExpressa
Ipec: Aprovação ao governo Lula cresce e alcança 40% de bom ou ótimo
Segundo o levantamento, 32% veem a gestão como regular e 25% dizem ser ruim ou péssima
Uma pesquisa do instituto Inteligência em Pesquisa e Consultoria, o Ipec, mostrou que 40% dos brasileiros classificam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como bom ou ótimo, contra 32% que veem a gestão como regular e 25% que dizem ser ruim ou péssima.
Segundo o levantamento, 3% disseram não saber ou não responderam. Os números foram divulgados pelo portal G1, nesta quarta-feira 6. A pesquisa, com margem de erro de dois pontos percentuais, foi realizada entre 1º e 5 de setembro.
Na sondagem anterior, de junho, 37% diziam que o governo Lula é bom ou ótimo e 28% afirmavam ser ruim ou péssimo. O melhor índice para bom e ótimo foi atingido na pesquisa de março (41%).
Em setembro de 2019, o então presidente Jair Bolsonaro (PL) registrava 31% de bom ou ótimo, 32% de regular e 34% de ruim ou péssimo, segundo uma pesquisa do Ibope que havia sido encomendada pela Confederação Nacional da Indústria.
O Ipec, criado por ex-executivos do antigo Ibope, também registrou que 56% dos entrevistados dizem aprovar a maneira de Lula governar, contra 39% que desaprovam, sendo que 6% não sabem ou não responderam. Na última pesquisa, 53% aprovavam a maneira de Lula governar.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.
Leia também
Desenrola: Câmara aprova projeto que impõe redução da taxa de juros do cartão
Por Victor Ohana
Fies: Câmara aprova PL que amplia renegociação de dívidas e teto de contribuição das empresas
Por Victor Ohana


