Política

Haddad chama Witzel de assassino e pede seu impeachment

Declaração foi feita após a confirmação da morte da garota Ágatha Vitória Sales Félix, de 8 anos, atingida por um tiro de fuzil, no RJ

Haddad chama Witzel de assassino e pede seu impeachment
Haddad chama Witzel de assassino e pede seu impeachment
Foto: Ricardo Stuckert
Apoie Siga-nos no

O professor e ex-candidato à Presidência da República, Fernando Haddad, defende o impeachment do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, após a morte da menina Ágatha Vitória Sales Félix, de 8 anos, que foi baleada por um tiro de fuzil  no Complexo do Alemão, Zona Norte do Rio.

Em sua rede social, Haddad afirmou que há razões de sobra para o pedido. “Ele é o grande responsável pelas atrocidades que se cometem no Rio de Janeiro. Um assassino!”, escreveu.


A criança estava dentro de uma Kombi que faz transporte de passageiros dentro da comunidade quando foi atingida por um tiro de fuzil nas costas. Moradores e familiares atribuem a morte da criança à polícia. Relatos apontam que PMs atiraram contra uma moto que passava pelo local, e o tiro atingiu a criança.

Outras lideranças também se mostraram críticas à política de enfrentamento contra organizações criminosas empreendida por Witzel desde o início de sua gestão. No Twitter, a hashtag #aculpaedowitzel está entre os assuntos mais comentados no Brasil.

Confira algumas das manifestações em protesto à morte da garota Ágatha nas redes sociais.

1. Ivan Valente, deputado federal

2. Chico Alencar, professor e ex-deputado federal

3. Jandira Feghali, deputada federal

4. Sâmia Bomfim, deputada federal

5. Marcelo Freixo, deputado federal

6. Manuela Davila, vereadora

7. Leandra Leal, atriz

8. Talíria Petrone, professora e ex-vereadora

ENTENDA MAIS SOBRE: , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo