Economia

Galípolo participa de audiência na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira

O presidente do Banco Central terá que, entre outros temas, tratar dos efeito das decisões da autoridade monetária na economia do País

Galípolo participa de audiência na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira
Galípolo participa de audiência na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira
Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, discursa na Câmara dos Deputados. Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados
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A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados promove, nesta quarta-feira 9, audiência pública com a participação do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. O economista foi convidado a pedido dos deputados Florentino Neto (PT-PI), Laura Carneiro (PSD-RJ) e Pauderney Avelino (União-AM).

A ideia dos parlamentares é que Galípolo ofereça explicações sobre como a atuação do banco afeta a economia brasileira. A sessão está marcada para as 10h.

De acordo com a legislação, o Banco Central tem por objetivo fundamental assegurar a estabilidade de preços, e também zelar pela estabilidade e pela eficiência do sistema financeiro, suavizar as flutuações do nível de atividade econômica e fomentar o pleno emprego.

Segundo Neto, um dos articuladores do convite, o BC “é uma instituição que tem objetivos importantes e certas vezes até tidos como antagônicos entre si” e por isso seria necessário ouvir Galípolo.

A reunião ocorre poucas semanas após a autoridade monetária, liderada pelo economista, elevar mais uma vez a taxa básica de juros. A decisão, tomada no dia 18 de julho, levou a Selic a 15%, a segunda maior taxa real de juros do mundo. A indicação do BC é de que a Selic deve se manter alta por um “período bastante prolongado”.

A elevação da taxa, constantemente, é apontada como um dos obstáculos para o crescimento da economia do País, com efeitos diretos na produção industrial, nos números de comércio e serviços e, consequentemente, nas contratações.

Galípolo, convém registrar, tem sido poupado de críticas mais duras por parte de governistas e chegou a receber acenos públicos do presidente Lula (PT), que disse que o economista é “muito sério” no comando do banco.

(Com informações de Agência Câmara de Notícias)

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