Política

Funcionários do INSS entram em greve por reivindicação salarial

Atualmente, 19 mil servidores trabalham na Previdência

Funcionários do INSS entram em greve por reivindicação salarial
Funcionários do INSS entram em greve por reivindicação salarial
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Apoie Siga-nos no

Os servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ligados ao Sindicato dos Trabalhadores do Seguro Social e Previdência Social do Estado de São Paulo (SINSSP) iniciaram, nesta quarta-feira 10, uma greve a nível nacional. 

A paralisação ocorre por falta conforme o governo federal sobre reajustes salariais. Mesmo com diversas rodadas de negociação, não houve acordo entre os trabalhadores e a gestão federal. 

A notificação foi enviada ao governo na última segunda-feira, 8 de julho. 

Com a greve, podem ser afetados os serviços de análise da concessão de benefícios como aposentadoria, pensões, Benefício de Prestação Continuada (BPC), atendimento presencial (exceto perícia médica e análise de recursos e revisões de pensões e aposentadorias). 

De acordo com o SINSSP, ficou aprovada a instalação do comando de greve, com a primeira reunião marcada para sexta-feira 12, para analisar os rumos do movimento.

O INSS tem 19 mil trabalhadores em seus quadros, a maior parte formada por técnicos, responsáveis pela maioria de serviços prestados pela instituição. 

Por meio de nota, o INSS informou que estudará as medidas de contingenciamento para que os assegurados não sejam afetados pela greve. Até o momento, segundo balanço feito pelo órgão, “não houve impacto no sistema e no atendimento do INSS”. 

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo