Política
Datafolha: Bolsonaro tem 36% e Haddad 22%
Petista e militar mantiveram-se estáveis na pesquisa. Ciro vai de 11% a 13%
Nova pesquisa Datafolha divulgada pelo Jornal Nacional neste sábado 6 aponta Jair Bolsonaro, candidato do PSL ao Planalto, com 36% dos votos. Bolsonaro se manteve estável dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
No último levantamento do instituto, divulgado na quinta-feira 4, o capitão reformado do Exército registrou 35%. Fernando Haddad, do PT, teve os mesmos 22%.
Leia também:
A luta de classes de cima para baixo no duelo Bolsonaro-PT
Crônica de uma eleição de extremos
Considerando os votos válidos, que descartam brancos e nulos, o candidato do PSL chega a 40%. Para obter uma eventual vitória no primeiro turno, um postulante tem de receber 50% dos votos válidos. Haddad registra 25% nesse quesito.
Já Ciro Gomes, do PDT, subiu de 11% para 13%, estável dentro da margem de erro em relação à última pesquisa. Geraldo Alckmin, do PSDB, oscilou de 8% a 7%. Marina Silva, da Rede, registrou 3% das intenções. João Amoêdo tem 3%, Henrique Meirelles 2% e Cabo Daciolo 1%, Álvaro Dias 2%, e Guilherme Boulos 1%.
A rejeição de Bolsonaro se manteve estável, assim como a de Haddad: o deputado é rejeitado por 44%, enquanto o petista tem rejeição de 41%.
Em um possível segundo turno, Bolsonaro e Haddad mantém empate técnico: o primeiro teria 45%, o segundo, 43%. O ex-militar segue perdendo para Ciro, que venceria por 47% a 43%.
Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome
Muita gente esqueceu o que escreveu, disse ou defendeu. Nós não. O compromisso de CartaCapital com os princípios do bom jornalismo permanece o mesmo.
O combate à desigualdade nos importa. A denúncia das injustiças importa. Importa uma democracia digna do nome. Importa o apego à verdade factual e a honestidade.
Estamos aqui, há mais de 30 anos, porque nos importamos. Como nossos fiéis leitores, CartaCapital segue atenta.
Se o bom jornalismo também importa para você, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal de CartaCapital ou contribua com o quanto puder.


