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Bolsonaro condecora líderes do Oriente Médio com honraria dada à Rainha Elizabeth

Esta é a segunda viagem de Bolsonaro para o Oriente Médio. Em 2019, ele seguiu para a região após uma semana na Ásia

Jair Bolsonaro acompanhado por Mohamed bin Zayed Al Nahyan, príncipe Herdeiro de Abu Dhabi, na primeira passagem do brasileiro pelo Oriente Médio, em 2019.

Foto: Clauber Cleber Caetano/PR
Jair Bolsonaro acompanhado por Mohamed bin Zayed Al Nahyan, príncipe Herdeiro de Abu Dhabi, na primeira passagem do brasileiro pelo Oriente Médio, em 2019. Foto: Clauber Cleber Caetano/PR

No dia em que parte do Brasil rumo ao Oriente Médio, o presidente Jair Bolsonaro condecorou com o Grande Colar da Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul alguns líderes do território. Os decretos estão publicados na edição do Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira 12.

Os escolhidos são: o rei de Bahrein, Hamad Bin Isa Alkhalifa; o Emir de Dubai, Mohammed bin Rashid Al Maktoum; o príncipe herdeiro de Abu Dhabi, Mohammed bin Zayed Al Nahyan; e o presidente dos Emirados Árabes Unidos, Khalifa bin Zayed al Nahyan.

Conforme definição do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, a honraria é uma comenda que o presidente do Brasil atribui a estrangeiros “que se tenham tornado dignas do reconhecimento da nação brasileira”. Personalidades como Che Guevara, o político peruano Alberto Fujimori, o cosmonauta Yuri Gagarin, a Rainha Elizabeth e o ex-piloto de Fórmula 1 Alain Prost receberam a homenagem em outros momentos.

Os atos do presidente dão o pontapé à viagem de cinco dias que Bolsonaro fará na a região, em que passará justamente por Dubai, no Emirados Árabes Unidos; Manama, em Bahrein; e Doha, no Catar. O objetivo da viagem é a busca de investimentos, além da discussão de ações para a retomada da economia. Inclusive, há previsão de encontro com algumas dos líderes condecorados.

Esta é a segunda viagem de Bolsonaro para o Oriente Médio. Em 2019, ele seguiu para a região após uma semana na Ásia. Na época o foco era divulgar a carteira do Programa de Parceria de Investimentos (PPI) para também atrair fundos dos soberanos árabes. O brasileiro inclusive foi recebido pelo príncipe Mohamed bin Zayed Al Nahyan.

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