Aliados de Bolsonaro na CPI da Covid têm alcance pequeno nas redes sociais

No entanto, na última semana, parlamentares da tropa de choque do governo federal tiveram bom engajamento com o tema

Redes sociais. Foto: iStock

Redes sociais. Foto: iStock

Política

O alcance nas redes sociais dos membros da CPI da Covid que são alinhados ao presidente Jair Bolsonaro é inferior ao dos chamados senadores independentes que compõem a Comissão que investiga as ações e omissões do governo federal na pandemia.

De acordo com levantamento do MonitoraBR, divulgado com exclusividade por CartaCapital, dos 11 integrantes da CPI, os senadores Marcos Rogério (DEM-RO) e Jorginho Mello (PL-SC) são os lanternas no quesito Ativo Social, que é a soma a de seguidores no Facebook, Twitter, Youtube e Instagram.

O líder é Humberto Costa (PT-PE), que tem mais de 1 milhão de seguidores.

Fonte: MonitoraBR

 

No período analisado, de uma semana, do dia 27 de abril até hoje, os parlamentares que mais usaram as redes sociais foram Costa, o vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP),  e Eduardo Braga (MDB-AM).

 

Fonte: MonitoraBR

 

A rede social mais usada, segundo o monitoramento, é o Facebook. O Youtube é a que menos os parlamentares tiram proveito.

Fonte: MonitoraBR

 

Quando o assunto é CPI

Nos perfis oficiais dos senadores, o termo CPI apareceu em 98 publicações no Facebook, 43 no Instagram, 82 no Twitter e em 23 vídeos no Youtube.

Apesar de serem os últimos colocados no índice Ativo Social, Jorginho Mello e Marcos Rogério tiveram no Facebook, no Twitter e no Youtube os posts que mais engajaram com o tema.

No instagram destacam-se as publicações de Randolfe Rodrigues e Tasso Jereissati (PSDB-CE).

 

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