Política

Alckmin troca secretário de Segurança em meio a onda de violência

O nome mais cotado para assumir a Secretária de Segurança Pública de São Paulo é o do ex-procurador-geral de Justiça Fernando Grella Vieira

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Em meio a uma onda de violência que atinge o Estado, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), trocou o comando da secretaria de Segurança Pública. O atual secretário, Antonio Ferreira Pinto, pediu exoneração do cargo nesta quarta-feira 21 e deve ser substituído pelo ex-procurador-geral de Justiça de São Paulo Fernando Grella Vieira. A assessoria de comunicação da secretaria, contudo, ainda não confirmou a informação.

Ferreira Pinto deixa o cargo em meio a um momento de crise. Segundo dados do jornal O Estado de S. Paulo, a onda de violência deixou, em menos de um mês, 214 mortos, incluindo mais de 90 policiais militares. No curto período entre a noite de terça-feira 20 e a madrugada desta quarta 21, dez pessoas morreram na Região Metropolitana de São Paulo, duas em confronto com a polícia.

No início de novembro, os governos federal e de São Paulo anunciaram a criação de uma agência integrada de inteligência para combater a violência no Estado. A decisão foi tomada em reunião entre o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e Alckmin.

No fim de outubro, o acordo foi fechado após uma troca de acusações entre os dois governos sobre a situação da segurança pública em São Paulo. No dia 30 de outubro, o Ministério da Justiça divulgou nota rebatendo acusações de que não teria oferecido ajuda ao governo estadual e reiterando a disposição de pactuar um plano de segurança pública integrado entre as esferas estadual e federal.

Em meio a uma onda de violência que atinge o Estado, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), trocou o comando da secretaria de Segurança Pública. O atual secretário, Antonio Ferreira Pinto, pediu exoneração do cargo nesta quarta-feira 21 e deve ser substituído pelo ex-procurador-geral de Justiça de São Paulo Fernando Grella Vieira. A assessoria de comunicação da secretaria, contudo, ainda não confirmou a informação.

Ferreira Pinto deixa o cargo em meio a um momento de crise. Segundo dados do jornal O Estado de S. Paulo, a onda de violência deixou, em menos de um mês, 214 mortos, incluindo mais de 90 policiais militares. No curto período entre a noite de terça-feira 20 e a madrugada desta quarta 21, dez pessoas morreram na Região Metropolitana de São Paulo, duas em confronto com a polícia.

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