Política
A nova pesquisa Quaest para a Presidência em Goiás, estado onde Caiado foi governador
O candidato ao Planalto pelo PSD deixou o cargo em março deste ano
O instituto Quaest foi às ruas em Goiás, estado onde o presidenciável Ronaldo Caiado (PSD) foi governador, para saber a preferência dos eleitores na disputa pelo Palácio do Planalto. O levantamento, feito em parceria com a Genial Investimentos, foi publicado nesta quinta-feira 30.
A pesquisa indica que Caiado deixou uma boa impressão com seu trabalho à frente do governo (ele renunciou em março após dois mandatos consecutivos). Ele lidera numericamente a disputa em primeiro turno no estado. Além disso, em eventual embate com o presidente Lula (PT) em segundo turno, tem vantagem confortável.
Foram testados, ainda, outros três cenários de segundo turno, todos com o nome de Lula como uma das opções.
Confira os percentuais:
Primeiro turno
- Ronaldo Caiado (PSD) – 33%
- Flávio Bolsonaro (PL) – 27%
- Lula (PT) – 23%
- Augusto Cury (Avante) – 1%
- Renan Santos (Missão) – 1%
- Romeu Zema (Novo) – 1%
- Samara Martins (UP) – 1%
- Cabo Daciolo (Mobiliza) – 0%
- Edmilson Costa (PCB) – 0%
- Leonardo Avalanche (PRTB) – 0%
- Hertz Dias (PSTU) – não pontuou
- Indecisos – 9%
- Branco/nulo/não vai votar – 4%
Segundo turno – Cenário 1
- Ronaldo Caiado (PSD) – 67%
- Lula (PT) – 23%
- Indecisos – 5%
- Branco/nulo/não vai votar – 5%
Segundo turno – Cenário 2
- Flávio Bolsonaro (PL) – 47%
- Lula (PT) – 35%
- Indecisos – 5%
- Branco/nulo/não vai votar – 13%
Segundo turno – Cenário 3
- Lula (PT) – 34%
- Renan Santos (Missão) – 31%
- Indecisos – 9%
- Branco/nulo/não vai votar – 26%
Segundo turno – Cenário 4
- Romeu Zema (Novo) – 35%
- Lula (PT) – 33%
- Indecisos – 8%
- Branco/nulo/não vai votar – 24%
Os entrevistadores ouviram 1.104 eleitores goianos entre os dias 24 e 28 de julho. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral com o código BR-08063/2026.
Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome
Muita gente esqueceu o que escreveu, disse ou defendeu. Nós não. O compromisso de CartaCapital com os princípios do bom jornalismo permanece o mesmo.
O combate à desigualdade nos importa. A denúncia das injustiças importa. Importa uma democracia digna do nome. Importa o apego à verdade factual e a honestidade.
Estamos aqui, há mais de 30 anos, porque nos importamos. Como nossos fiéis leitores, CartaCapital segue atenta.
Se o bom jornalismo também importa para você, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal de CartaCapital ou contribua com o quanto puder.




