Política
A disputa pelo governo do Espírito Santo, segundo o Paraná Pesquisas
Lorenzo Pazolini lidera a disputa; quando o prefeito de Vitória não é apresentado como opção, a vantagem é de Ricardo Ferraço
Pesquisa divulgada nesta sexta-feira 13 pelo instituto Paraná Pesquisas testou dois diferentes cenários para a disputa eleitoral pelo governo do Espírito Santo. O prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), é o líder em uma das simulações. Em outra, sem o nome de Pazolini, quem aparece na dianteira é o atual vice-governador, Ricardo Ferraço (MDB).
Confira os percentuais:
Cenário 1
- Lorenzo Pazolini (Republicanos) – 42%
- Ricardo Ferraço (MDB) – 36,1%
- Helder Salomão (PT) – 9,1%
- Não sabe/não opinou – 5,5%
- Nenhum/branco/nulo – 7,3%
Cenário 2
- Ricardo Ferraço (MDB) – 45,3%
- Arnaldinho Borgo (PSDB) – 19,1%
- Helder Salomão (PT) – 10,9%
- Não sabe/não opinou – 9,1%
- Nenhum/branco/nulo – 15,7%
Segundo turno
Foram testados, ainda, três possíveis cenários de segundo turno. Lorenzo Pazolini supera Ricardo Ferraço por margem apertada. No embate com Helder Salomão, Pazolini tem larga vantagem.
A outra simulação apresentada envolvia os nomes de Ricardo Ferraço e Armandinho Borgo, com liderança tranquila de Ferraço.
Confira os percentuais:
Segundo turno – Cenário 1
- Lorenzo Pazolini (Republicanos) – 47,3%
- Ricardo Ferraço (MDB) – 40,8%
- Não sabe/não opinou – 4,5%
- Nenhum/branco/nulo – 7,3%
Segundo turno – Cenário 2
- Lorenzo Pazolini (Republicanos) – 58,9%
- Helder Salomão (PT) – 16,1%
- Não sabe/não opinou – 8,9%
- Nenhum/branco/nulo – 16%
Segundo turno – Cenário 3
- Ricardo Ferraço (MDB) – 52,7%
- Arnaldinho Borgo (PSDB) – 23,9%
- Não sabe/não opinou – 8%
- Nenhum/branco/nulo – 15,4%
Foram ouvidos 1.500 eleitores em 46 cidades capixabas. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos. O código de registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é ES-05588/2026.
Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome
Muita gente esqueceu o que escreveu, disse ou defendeu. Nós não. O compromisso de CartaCapital com os princípios do bom jornalismo permanece o mesmo.
O combate à desigualdade nos importa. A denúncia das injustiças importa. Importa uma democracia digna do nome. Importa o apego à verdade factual e a honestidade.
Estamos aqui, há mais de 30 anos, porque nos importamos. Como nossos fiéis leitores, CartaCapital segue atenta.
Se o bom jornalismo também importa para você, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal de CartaCapital ou contribua com o quanto puder.
Leia também
A disputa entre Pazolini e Ferraço pelo governo do ES
Por CartaCapital
Centrão fala em neutralidade, mas articulações nos estados favorecem Flávio Bolsonaro
Por Vinícius Nunes e Wendal Carmo



