Política
A disputa pela presidência entre os eleitores de SP, segundo o Real Time Big Data
Flávio Bolsonaro tem liderança apertada no primeiro turno e está em situação de empate técnico com Lula no segundo
Além de testar possíveis cenários para as disputas ao governo de São Paulo e ao Senado, o instituto Real Time Big Data apresentou, nesta terça-feira 16, os números de uma nova pesquisa para a presidência da República, considerando os votos dos eleitores paulistas.
O levantamento mostra liderança do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na disputa de primeiro turno, com vantagem de cinco pontos percentuais para o presidente Lula (PT).
Veja os percentuais:
- Flávio Bolsonaro (PL) – 36%
- Lula (PT) – 31%
- Renan Santos (Missão) – 10%
- Romeu Zema (Novo) – 5%
- Joaquim Barbosa (DC) – 4%
- Ronaldo Caiado (PSD) – 3%
- Aécio Neves (PSDB) – 3%
- Outros somados* – 1%
- Nulo/branco – 4%
- Não sabe/não respondeu – 3%
*Os candidatos listados em “outros somados” são Augusto Cury (Avante), Cabo Daciolo (Mobiliza), Rui Costa Pimenta (PCO), Samara Martins (UP), Edmilson Costa (PCB) e Hertz Dias (PSTU).
Segundo turno
Em eventual disputa de segundo turno, Flávio Bolsonaro aparece numericamente à frente de Lula entre os eleitores paulistas. Entretanto, considerando a margem de erro, de dois pontos percentuais (para mais ou para menos), eles estão em empate técnico.
Confira os números:
- Flávio Bolsonaro (PL) – 47%
- Lula (PT) – 44%
- Nulo/branco – 4%
- Não sabe/não respondeu – 5%
De acordo com a pesquisa, o trabalho de Lula é aprovado por 43% dos eleitores paulistas, enquanto 53% desaprovam e 4% não sabem ou não responderam.
Para 26% dos entrevistados, o governo Lula é “ótimo” ou “bom”. Outros 33% afirmam que é “regular” e 39% afirmam que é “ruim” ou “péssimo”. Outros 2% não sabem ou não responderam.
Foram realizadas 2 mil entrevistas entre os dias 13 e 15 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral com o código BR-04419/2026.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.




